“A SÉRIE DIVERGENTE: ASCENDENTE” NÃO SERÁ DIRIGIDO POR ROBERT SCHWENTKE CORRE! ASSISTA AO TRAILER FINAL DE “CONVERGENTE” + PRIMEIROS SPOTS SHAILENE WOODLEY, THEO JAMES E MILES TELLER FALAM SOBRE TERCEIRO FILME EM ENTREVISTA CONFIRA IMAGENS INDIVIDUAIS DOS PERSONAGENS EM “CONVERGENTE” E NOVO PÔSTER DO FILME VEM VER! NOVOS STILLS INCRÍVEIS DE “CONVERGENTE” SÃO DIVULGADOS
24.03 Veronica Roth fala sobre mudanças do filme e divisão do terceiro livro

ver

A Vulture conversou com Veronica Roth, a autora de Insurgente sobre as mudanças que os fãs estiveram falando sobre o filme recentemente, Roth comentou sobre algumas dessas mudanças e sobre a divisão de Convergente:
Sobre onde dividir “Convergente”:
“Eu não sei. Pra mim, é apenas uma história, porque se não fosse, eu teria dividido ela. [Risos.] Mas acho sim que Convergente tem dois enredos maiores, lidar com o que aconteceu no fim de Insurgente dentro da cidade, e o que acontece uma vez que eles conseguem sair dela. Tem alguns lugares onde eles poderiam dividir, mas não tenho certeza de como eles vão fazer isso nesse ponto. Estou curiosa para saber como vai ser!”
A saída deles da cidade acontece bem no começo do livro, então os produtores do filme teriam que aumentar essa parte significantemente. Talvez eles usem elementos como a Tris descobrindo que a mulher no vídeo é sua parente, como o que aconteceu no fim de Insurgente (livro).
Sobre como dividir a história funcionou com Harry Potter:
“Com Harry Potter e as Relíquias da Morte, era muito necessário, e talvez eu ache isso porque sou muito fã, mas acho que realmente funcionou. E cada uma das partes parecem completas. Quando eu vi a Parte 1, e Voldemort lança o feitiço que acende o céu, eu fiquei tipo “AI MEU DEUS! Isso é incrível!” Então nesse sentido, realmente funcionou. Eu acho que se decidem dividir algo, é porque é necessário para contar todo a história.”

Sobre a mudança no final do filme, Veronica, inicialmente, ficou surpresa com a pergunta (“O fim. [Risos.] Sério?”) antes de comentar:
“Hm, sim. Não acho que necessariamente eles estejam deixando a cidade. Tris certamente não saiu dela ainda, então essa parte da história ainda não aconteceu. Estou apenas especulando, eu realmente não sei o que eles vão fazer ainda, mas acho que eles ainda tem que lidar com aquilo. Porque tem muita coisa acontecendo naquela parte, antes que eles saiam da cidade e descubram o que tem lá fora. Acho que Tris ainda terá que passar pelos conflitos que estão acontecendo em Chicago, o que acontece quando Evelyn toma o poder. Mas eu achei que fez muito sentido ter um outro fim no filme, porque no livro, nós vemos apenas a visão da Tris, então não sabemos a reação dos outros cidadãos. Vemos apenas as pessoas que estão naquela sala com ela. Mas quando isso é exibido em um mundo maior, você pode mostrar outras coisas, como as pessoas que estão mais próximas à cerca que estão correndo em direção à ela, e isso faz sentido para mim, porque seria a primeira coisa que eu faria: “Ok, vamos ver o que tem lá fora!””
Convergente Parte 1 chega aos cinemas em Março de 2016 e a Parte 2 no mesmo mês em 2017.


Postado por: Anderson Vidal //

Entrevista


13.03 Elenco de Divergente se arrisca cantando Taylor Swift em entrevista divertida!

Untitled-12 - Copia

O elenco de Divergente está passando por uma série de entrevistas para a divulgação do próximo filme, Insurgente, que chega aos cinemas em 19 de março no Brasil. Nestas entrevistas, os atores sempre dão uma descontraída e aceitam desafios, como por exemplo, cantar Taylor Swift.

A entrevista conta com a presença de Shailene Woodley, Theo James, Ansel Elgort e Octavia Spencer. A pessoa responsável para entrevistá-los propõe um brincadeira no estilo “verdade ou desafio“, na qual eles devem escolher entre a facção Audácia ou Franqueza, todos escolheram Audácia e tiveram que cantar alguma música da cantora mundialmente conhecida Taylor Swift. O resultado é hilário, mas todos conseguem cantar um pouquinho. Theo, Ansel e Octavia cantaram a música Shake It Off. Já Shailene, um pouco atrapalhada e divertida, tentou cantar a música You Belong With Me, assista ao resultado:

Para quem não sabe, Theo James é cantor e tinha uma banda antes de entrar para o elenco de Divergente:


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista


11.02 [ENTREVISTA] ESPECIAL INSURGENTE: SHAI E THEO FALAM SOBRE O FILME PARA DOLLY MAGAZINE

shaitheo

Shailene Woodley e Theo James deram mais uma entrevista! Desta vez eles falaram B9cDMEjIgAAiVtlum pouco sobre os bastidores de Insurgente, a química entre os dois, a evolução dos personagens e história e expectativas para o filme para a revista Dolly Magazine. Confira a matéria traduzida:

Quando Shailene Woodley entra num hotel luxuoso de Beverly Hills com seu cabelo cortado caído no rosto e seus longos dedos em volta de um chá de ervas, está claro que ela não é a típica estrelinha. Primeiro, ela está sorrindo – e não apenas o sorriso ‘estou apenas fazendo o meu trabalho’, mas sim um sorriso carinhoso e genuíno que ilumina seus olhos.

E dai tem seu modelito, ou a falta dele: sem nenhum sapato de salto alto ou vestido emprestado de designer para Shai, que aparenta ser estranhamente normal num jeans colado e um longo e confortável cardigã. Seu único acessório é um par de brincos simples.

Numa olhada rápida, a atriz de 23 anos parece uma amiga que está pronta para se sentar e tomar uma xicara de chá, e não a estrela mais quente de Hollywood. Mas é isso que Shai definitivamente é, e a contradição entre sua carreira de estrela e sua atitude pé no chão é que isso faz ela ser mais do que atraente – faz ela parecer fascinante.

Como é para você, como atriz, entrar numa grande franquia como um personagem que já foi escrito? Tinha espaço pra criar?

Tris é um ser humano e todos nós estamos evoluindo constantemente. Definitivamente tem um senso de progressão. No primeiro filme, Tris passou por muito luto e tempos difíceis e isso prossegue nesse filme.

Como você se preparou fisicamente?

Nós treinamos tanto para o primeiro filme, e dai eu fiz ‘A Culpa é das Estrelas’ e perdi toda a massa muscular e muito peso, portanto entrar para Insurgente foi divertido pois eu tive que ganhar massa. Nós geralmente fazemos um pouco de físico todo dia. Nós tínhamos um clube de flexões, que começava com três de nós pois ficaríamos cansados durante o dia. Ao invés de beber café, nós fazíamos 20 flexões e nosso corpo acordava naturalmente. Nós começamos fazendo isso e no final, havia 15 de nós fazendo flexões durante o dia.

Quantas você consegue fazer?

É diferente agora, mas antes eu conseguia fazer 20 flexões dez vezes por dia. Nós ficamos orgulhosos.

Foi por causa da adrenalina?

Com certeza! Foi por causa da adrenalina e o aspecto de competição, sabe?

Quem era o seu competidor mais forte?

Todos os caras, mas eles não eram permitidos de fazer muito perto de nós. Mas no final eles ficavam tipo “Caraca, garotas.”

Você é uma atleta natural?

Sim, eu sou naturalmente atlética, portanto é legal pegar esses desafios físicos.

No filme, Tris cresce bastante. Como isso reflete sua experiência?

Em muitos sentidos, acho. É tudo relativo, pois minha vida é a única que eu conheço. Tris foi de uma garotinha numa pequena vila à ter todos os olhos nela. Eu vim de uma infância normal à ter que pensar no que eu digo pois as pessoas vão publicar. Então desse modo, eu consigo me identificar com ela. Nós todos passamos pelo nosso processo evolucionário e eu não sei se é algo que eu posso articular pois eu ainda não digeri tudo que aconteceu.

Muito da atuação tem a ver com a química entre as co-estrelas. Você já tinha trabalhado com Miles Teller, Ansel Elgort e Theo James antes, então como as performances de vocês são melhores quando vocês já se conhecem?

Isso é possível pois você pode ficar confortável e vulnerável com a pessoa. Você não está preocupado em como a pessoa te vê pois você já teve conversas sobre isso com elas. Então é incrível. É um luxo poder trabalhar com alguém que já trabalhou antes, assim como é com uma pessoa nova, pois atuar é uma troca de energia. Portanto quando alguém novo chega, você vê o que ela desperta em você e o que você desperta nela. Isso é bem emocionante.

O primeiro filme focou em Tris e Quatro dentro de suas facções. Tem uma dinâmica diferente agora que vocês são fugitivos?

Sim, tem uma dinâmica diferente pois Tris está aprendendo muito no primeiro filme: ela aprende a lutar e como existir em um mundo tão diferente do que ela está acostumada. No segundo filme, nada disso está envolvido.

Você ainda tem as Paisagens do Medo?

Não, isso foi um especial de Divergente. Ainda terá simulações, claro, mas elas não são baseadas em medos.

É fácil de ver quem é um grande fã de ACEDE versus um grande fã de Divergente?

Geralmente eu não acho que eles são muito diferentes, mas o jeito que eles reagem é tão diferente. Com ACEDE a historia é tão emocional, então quando as pessoas vem falar sobre isso, elas sempre compartilham algo como “Minha vó ou minha família…”. As pessoas compartilham essas histórias. Mas com Divergente é mais “OMG, como é o Theo James na vida real?” Os dois filmes trazem diferentes reações das pessoas, o que é engraçado e socialmente fascinante as vezes.

Falando do Theo, no trailer parece que vocês dois estão se beijando. Vocês vão pra mais do que um beijo?

Acho que você vai ter que esperar pra ver!

SHAI-ISMO

Ela é conhecida por seu estilo calmo. Aqui está algumas maneiras de viver uma vida sem estresse, no estilo da Shai.

  1. Começe todos os dias com uma musica

Assim que eu acordo, eu grito bem alto [canta o tune de Good Morning de Cantando na Chuva] “Good morning! Good morning!” e dai eu grito “Que dia emocionante! Que dia emocionante!” Eu acho que isso estabelece um bom humor para o dia todo.

  1. Deixe a tecnologia de lado

Eu não tenho celular. Quando eu me livrei do meu, eu estou falando com as pessoas mais do que nunca, pois eu não tenho mais esse suporte. Quando mais longe da tecnologia, mais liberdade você terá.

  1. Não se desligue de relacionamentos

Eu não tive tempo de pensar em relacionamentos. Eu apenas ainda não conheci alguém que fosse tipo “Wow, eu posso me ver passando uma época da minha vida com você.”

————————————————————————————————————————————

Theo James é surpreendentemente bronzeado para um cara que foi nascido e criado no Reino Unido. Arrasando no Soho Hotel, Londres e casualmente vestido com uma (aparentemente) velha camisa de flanela, esse gatão de 1,80m poderia facilmente ter andado pelas praias de Aussie. Mas ele não andou. Ao invés disso, Theo está em uma Londres cinza e fria (que é perto de sua cidade natal, Oxford) para promover seu próximo filme, Insurgente – A sequência do filme que assistimos pelo menos 3 vezes no cinema ano passado.

Apesar de Quatro ser um cara durão na série Divergente, Theo é agradavelmente normal e totalmente pé no chão. Conseguir uma resposta direta dele é uma missão por si só; sua rápida perspicácia e humor autodepreciativo nos faz parar em cada pergunta. Aqui, ele nos conta o que esperar do filme e como criar a química perfeita nas telonas.

Pegando a onda do sucesso

Você já quis ser um filósofo e agora você tem uma legião de fãs gritantes pelo mundo. O que aconteceu?

Sim, um filósofo sexy! É um pouco diferente. Filosofia é uma dessas coisas – você pode fazer muito com isso, obviamente. Eu provavelmente não sou bom o suficiente no sentido acadêmico pois você tem que ser realmente dedicado a isso.

Como sua relação com Shailene mudou do primeiro dia que você apareceu no set do primeiro filme até agora?

Nós éramos grandes amigos no primeiro filme – agora somos inimigos mortais [risos]. Como mudou? Bem, você acaba conhecendo um ao outro. Não apenas você faz um filme mas tem também uma longa turnê de imprensa. E com o novo diretor e essa nova perspectiva, a melhor coisa é você poder virar para o outro e falar “Isso parece certo? Isso é algo que o seu ou o meu personagem faria?” Nós confiamos um ao outro para achar o que estamos procurando numa cena – nós fizemos muito isso, na verdade.

Isso explica porque vocês ganharam como Melhor Dupla do Cinema em Divergente no People’s Choice Awards….

Ganhamos? Ohhh… bingo!

Sim! O que você acha que tem sua química nas telas que ajudou você a tirar o título de Channing Tatum e Jonah Hill em 22 Jump Street?

Wow. Como fizemos isso? Eu não acho que você cria isso. De um modo, é bom ter um pouco de simetria em termos de personalidade e ser bem diferente. Eu e Shai somos bem diferentes em algumas coisas e acho que isso é bom, pois acrescenta um certo brilho.

Você mesmo faz bastante acrobacias nesses filmes. Você acha que você fazer elas é um jeito importante de se conectar com seu personagem?

Bem, a luta é 50% do personagem então se você não fizer as sequências de luta e se você não viver essas pequenas partes, então você teria menos para usar na próxima cena. É divertido e é uma habilidade extra. Sabe, quando você está esperando para fazer alguma coisa no set é ótimo poder dar um soco na cara de alguém. Eu levei um soco na cara, na verdade. Foi um dos dublês e era só um clipe. Era pra eu ter abaixado a cabeça mas eu perdi o ritmo então ele me deu um soco bem no nariz.

Machucou?

Eu não sinto dor. [risos].

Seu personagem é bem sério mas você é mais brincalhão e faz todos rirem…

Eu tento ser engraçado.

Se fosse do seu jeito, você gostaria que seu personagem fosse menos sombrio?

Não, eu gosto do fato de ele ser meio emocionalmente danificado e bem duro. Eu gosto da ideia dessa pessoa ter vários segredos mas você não consegue dizer o que ele está pensando na maioria das vezes. Eu acho isso emocionante e é uma chance de interpretar tudo aquilo que está acontecendo por trás dos olhos do que apenas dizer tudo na frente. Eu realmente gosto do mistério.

Dando um tempo

O que você gosta de fazer quando não está filmando?

Eu gosto de manter a forma. Gosto de boxe, viagens, sair e ficar com a família. Eu tenho uma família grande e isso é uma grande parte da minha vida.

Você era de uma banda chamada Shere Khan. Você ainda toca?

Eu ainda toco, mas faz tempo desde a ultima vez.

Qual instrumento?

Xilofone. Mentira! Eu toco vários instrumentos. Piano, violão e um monte de coisa mas ainda faço isso só por diversão.

Você tem um gênero de música preferido?

Eu ouço de tudo, mas sou um grande fã de jazz. Eu gosto de jazz.

Você é o mais novo de 5 irmãos na sua família. Isso significa que já fez várias atuações pela casa ou brincou de se vestir crescendo juntos?

Tipo, se eu já me vesti de mulher….?

Essa era minha próxima pergunta na verdade!

Sim. [risos]. Meu irmão mais velho foi pra UCSD [Universidade da Califórnia] pra fazer um curso de filmagem. Eu lembro que ele voltou e eu devia ter 14 anos e ele fez um filme, todo mundo junto, chamado Kung Fu Romance, foi divertido.

Parece que pode ter outro possível título para esse filme…

[risos] Exatamente.


Postado por: Anderson Vidal //

Entrevista


04.02 [ENTREVISTA] Shailene Woodley e Theo James falam sobre Insurgente para a SFX Magazine!

Untitled-12 - Copia

Nossos protagonistas dos filmes da série Divergente concederam uma entrevista para a revista SFX Magazine e contam sobre a fidelidade do filme, cenas de ação, treinos, simulações, tatuagens e também revelam que o vídeo da Edith Prior está na caixa (que podemos ver no trailer de Insurgente) e a Tris Prior é a escolhida para abri-la! Vale a pena conferir:

Os heróis das facções

O segundo filme na série Divergente está alcançando os céus, diz Richard Edwards

Uma coisa divertida aconteceu no caminho de Divergente para as telonas: suas estrelas jovens de repente se tornaram grandes propriedades de Hollywood. O que não é um lugar ruim para se estar quando se tem uma sequência, A Série Divergente: Insurgente, vindo aí.

Não foi apenas a protagonista Shailene Woodley que prosseguiu o seu papel como a heroína Tris Prior com uma história memorável no hit adolescente A Culpa é das Estrelas, mas Ansel Elgort foi o seu parceiro no filme…; Miles Teller se prendeu ao papel de Sr. Fantástico no reboot que está por vir de O Quarteto Fantástico e também atraiu zumbidos com a temporada de premiações pelo seu papel como um jovem baterista em Whiplash; Zoë Kravitz está colocando os pés no metal em Mad Max: Estrada da Fúria; e Jai Courtney será o novo Kyle Reese em O Exterminador: Genesis. Nada mal para um grupo de jovens de 20 anos que antes eram pouquíssimo conhecidos e estavam longe da grande bilheteria quando se inscreveram para a adaptação da grande série best-seller de Veronica Roth.

É emocionante.” conta a produtora Lucy Fisher à SFX. “Agora nós fizemos dois filmes juntos e conhecemos eles muito bem. É emocionante ter escolhido pessoas que se tornaram tão talentosos pelo seu próprio filme, e então vê-los voar no futuro no tipo de trabalho que cada um deles estiveram fazendo. Todo mundo está aplaudindo todo mundo. Está é a parte boa. A parte ruim é a parte que agora os horários nas agendas deles são apertados!”

FUTURO SOMBRIO

“Eles passaram por 40 anos de convivência em um ano,” diz Douglas Wick, “Então Tris começou o ritual de passagem normal de tentar descobrir quem ela é, à que lugar ela irá pertencer, com com ritos de passagem convencionais de problemas de identidade. E então as coisas começam a ficar muito mais complicadas quando ela descobre que ela é diferente. Mas aí ela descobre quem ela é, tem os dois pais mortos, tem que matar um amigo próximo e tem o mundo que conhece colocado abaixo – este é o evento traumatizante que você dá a esta jovem mulher.”

“Sim, eu acredito que todo mundo se chocou com tudo o que aconteceu durante o primeiro filme,” Fisher comenta. “As personagens estão muito mais complicadas. O primeiro é muito sobre descobrir sobre você mesmo e tentar encontrar sua identidade e se separar da família. ‘Okay, eu tenho minha identidade. Agora, o que eu faço com isso? Que tipo de pessoa eu vou ser com tudo isso?’ É o segundo nível da evolução do ser humano, e as coisas não são tão pretas e brancas.”

Insurgente começa com Tris, Quatro (agora também revelado um Divergente) e um pequeno grupo de aliados (incluindo o irmão de Tris, Caleb) fugindo das autoridades.

O líder da Audácia, Eric (Courtney) é agora o cão de caça de Jeanine e está os caçando enquanto a sua reputação de fugitivos os leva até os Sem-Facção, em um mundo encoberto de regras, eles são quase sem-regras. Parte da fantasia dos Sem-Facção é a liberdade, subversão, sem contar não precisar seguir os dogmas de uma facção. Nós levamos isso muito a sério, até a construção do mundo dos Sem-Facção. De longe, eles parem ser como mendigos, e então você descobre que eles estavam escondendo o fato de que eles são muito bem organizados. Nós basicamente dissemos, como você pode mostrar um mundo escondido sobre a cidade? Isso nunca foi visto antes, expandir o mundo de Divergente e seguir a tradição e toda boa franquia.

“Nós não temos que passar 10 minutos explicando sobre o mundo, e é um grande alívio,” diz Fisher rindo. “No primeiro filme Tris nasce e cresce na Abnegação e então se muda para a Audácia então só vimos isso, mas dessa vez nós vamos à Amizade e à Franqueza e Erudição. Então vamos ter a experiência de uma outra forma de vida e pensamento.”

Nós também conhecemos um grupo completamente novo – um grupo que não sabíamos que era de fato um grupo. Os Sem-Facção estavam por lá no primeiro filme, mas achamos que eram apenas vagais andando pela Chicago futurística porque não tinham outro lugar para ir. Em Insurgente é revelado que eles são um grupo bem organizado, liderado pela nova atriz no elenco Naomi Watts como Evelyn – que também é a mãe de Quatro. “Ela é nossa nova vilã além de tudo,” disse Fisher, “Ela é a fonte de muitos dos problemas de Quatro, e alguém que você não consegue decifrar. O que ela é…?”

“Com a nossa interação com os fãs, descobrimos que há uma fascinação com os Sem-Facção,” diz Wick. “Por causa da funcionalidade? Eles tem muitos esconderijos e cada um destes é mantido do lixo reciclado de outras facções.”

UM NOVO COMEÇO

Com o diretor de Divergente tendo caído fora, Insurgente teve um novo homem ao lemo, Robert Schwentke (Flightplan, RED, RIPD). “Robert tem duas qualidades fortíssimas,” explica Wick. “Primeiro, ele é completamente fascinado com a psicologia. Quando ele entrou na sala, ele ficou fascinado com as coisas que Tris encara, de como uma pessoa que encarou tanta tristeza e culpa faz para seguir em frente. Ele veio com uma fascinação de como uma pessoa faz para sobreviver este tipo de trauma.

“A segunda coisa que ele trouxe foi um instinto visual extraordinário. Ele estava realmente intrigado pelas ferramentas que Veronica criou para ver a vida dramática de uma pessoa. Quando você fala sobre coisas como paisagens do medo ou essas simulações para ver qual é sua natureza – quão Erudito você é, quão Amigável é – e fazer disso grandes cenas de ação, ele chegou com ideias visuais deslumbrantes. Mas o que era incrível é que suas ideias sempre estavam conectadas com psicologia. Tivemos muitos diretores que vieram e também tinham muitas ideias psicológicas, ou muitas ideias de efeitos computacionais que não seriam conectados à personagem. Ele veio com um grande número de ideias e visões em ambos os aspectos.”

Essas viagens pela mente dos personagens – que foi parte de Divergente com os desafios da iniciação da Audácia – será parte da continuação mais uma vez, embora vá ter muitas voltas além disso. “É muito mais visceral, muito mais visual,” diz Wick. “Uma das coisas que nos permitimos fazer, nos termos de sermos fiéis à história, foi a antiga simulação que foi aplicada à Audácia, então tudo era pouco tecnologia. Agora que nós temos isso aplicado aos laboratórios da Erudição, temos muito mais licenças – e usamos isso completamente.”

Parece que os elementos de ficção científica irão crescer muito desta vez. Para os que não sabem tem um novo elemento que não está nos livros, Jeanine fica obcecada por uma caixa que pode guardar o segredo, os fãs estão dizendo: ‘É, isso o faz menos confuso para mim.’ Mas é o que veremos.”

Manter os fãs felizes é um dos maiores desafios desse filme. Eles amam os livros, debatem minuciosamente em um nível que um passo em falso poderia estourar pelas redes.

“Tentamos nos manter fiéis à essência,” diz Fisher. “Nós tratamos os fãs como nossos parceiros nessa sociedade baseada em facções que veio a existir de um mundo em ruínas…”

“No climax do livro, Tris e Quatro encontram uma mensagem,” explica Wick “O que nós basicamente fizemos foi pegar essa ideia e adaptar em algo que funcionaria melhor em um filme. A licença que usamos foi entrar na sala do fim do livro e então Tris tem que enfrentar um de seus demônios. Fizemos a abertura da caixa ser não apenas essa cena, mas diversas.”

“É organizar um princípio que não estava no livro, mas que Veronica gosta,” diz Fisher. “Então de alguma forma precisamos respeitar os fãs e convidá-los à fazer parte desse processo, porque não queremos desapontá-los. Eles entendem o material tão bem quanto qualquer pessoa, mas sempre tem um grupo de fãs que não quer nada mudado e estes vão escrever páginas sobre como a cor do cabelo da Tris não era como eles imaginaram. É um mundo interessante!”

“Uma outra coisa que temos em mente é – e isso é uma coisa totalmente sincera – quando você diz que 33 milhões de livros foram vendidos, ao menos que seja um idiota, você acredita que Veronica está aproveitando algo” comenta Wick. “Ela está introduzindo algo forte na cultura. Frequentemente, olhamos para trás e nos perguntamos porque todas essas pessoas quiseram comprar esses livros? Podem dizer que foi porque a cor do cabelo da Tris é loiro, mas você tem que usar sua própria forma de pensar, não, provavelmente esse não foi o motivo pelo qual fez isso funcionar. É mais sensato pensar que o motivo é que Veronica Roth é uma contadora de história extraordinária.”

A história não acaba aqui, é claro, e Schwentke retornará para dirigir Convergente: Parte 1 (inevitavelmente tendo o último livro dividido em dois) quando as gravações começarem no verão. “Os desafios são enormes,” Wick admite. “Em Insurgente, nós acreditamos que continuamos a explorar os personagens e fazer uma história interessante. Nós estamos cientes de que os dois próximos filmes precisam continuar criativos e evoluindo. Você vai ver diferentes aspectos dos personagens. Vai se tornar mais intrigante visualmente e com mais efeitos explosivos. Nós apenas precisamos fazer tudo isso de forma melhor que anteriormente, ou certamente as pessoas envolvidas ficariam decepcionadas.”


 

Entrevista com Shailene Woodley:

INT: Como é a evolução da Tris desde o primeiro filme?
SHAI: Quando nós a conhecemos pela primeira vez, ela era muito ingênua e não havia sido exposta para o mundo. Está aprendendo as coisas e está tendo que tirar força
s de lugares que ela nunca teve contato. Neste filme, ela já passou por muita coisa e sabe como enfrentar uma luta. Por tanto, está muito mais forte e tem bastante combustível emocional para levá-la até o próximo estágio de sua batalha contra a Jeanine.

INT: A impressão é de que há mais ação em “Insurgente”…
SHAI: É, há muito mais ação. O mundo se ampliou. As sequências de ação no primeiro filme têm cerca de dois minutos. Agora, terão de sete a oito. Filmar sete ou oito minutos desse tipo de coisa exige aproximadamente duas semanas de trabalho. Por esse ângulo, foi bastante divertido. No primeiro filme haviam sequências de lutas e coreografias. No segundo, trabalhamos mais com cabos e fazendo Parkour, escalando, correndo e pulando.

INT: O quanto você teve que treinar para ficar em forma?
SHAI: Nós treinamos muito para o primeiro, mas depois eu estive em “A Culpa É Das Estrelas” e perdi toda a massa muscular e ganhei peso. Então voltar para esse filme foi divertido, pois nos fortalecemos de novo. Eu sou atlética por natureza. Para mim, acho muito legal ficar em forma e me testar fisicamente.

INT: Com “Divergente” e “A Culpa É Das Estrelas” recebendo tanto prestígio, foi um grande ano para você. O sucesso mudou sua vida?
SHAI: Sim, definitivamente afetou minha vida, pois estou mais ocupada. Mas, fora isso, não muito. No que diz respeito à minha carreira, eu certamente tenho mais oportunidades para fazer filmes menores que antes não poderia fazer, o que é incrível. Mas para o restante, não houveram grandes mudanças.

INT: Há muitas simulações nos filmes de “Divergente”. Você gosta da oportunidade de ir a lugares que não iria na maioria dos filmes?
SHAI: É sempre divertido fazer as simulações. Como cineasta, você consegue trazer a ideia de “nós nunca vimos isso antes, então qualquer coisa pode acontecer”. Mas como uma atriz, eu gosto de ter certeza que as cenas estão realistas. Quando estamos sonhando, parece real. Acordamos e pensamos “meu Deus, eu lutei contra uma aranha gigante na noite passada”, porque aquilo pareceu muito real. Então para todas as simulações, eu queria me certificar de que a Tris sentisse que aquilo estava realmente acontecendo.

INT: Os fãs de “Divergente” são muito apaixonados. O que você tem achado de interagir com eles desde que começou a interpretar a Tris?
SHAI: Eu honestamente não sei muito bem, porque não interajo muito com os fãs. Eu fico longe das redes sociais e as únicas chances que tenho de vê-los é nas premieres. Mas nós obviamente queremos manter a integridade dos livros e a fidelidade à história.

INT: Como se sente sobre voltar a interpretar a Tris nos dois filmes de “Convergente”?
SHAI: Sinto-me bem. Estou animada para ler o script. Embora eu saiba o que acontece em “Convergente”, não sei o quão fiéis eles serão ao livro. Então eu estou tão ansiosa quanto a audiência.


 

Entrevista com o Theo James:

INT: Você se parece muito com o Quatro na vida real?
THEO: Eu adoro bater nas pessoas(brincadeira)! Creio que ele é mais certinho que eu. Ele já sofreu bastante e provavelmente é, de certa forma, mais forte. Eu gosto de interpretar esta personagem porque há uma firmeza nele que eu sempre achei interessante, mesmo nos livros. Será divertido voltar.

INT: O Quatro tem muitas tatuagens. Você se cansou de ter que colocá-las todos os dias?
THEO: Sim. Eu pensei em fazê-las de verdade, só para não ter que passar pelo processo da maquiagem. Você faz isso todo dia, por cerca de cinco meses e meio, e acaba ficando desgastante no final. A tatuagem das costas é tranquila, porque só precisava fazer para algumas cenas. Mas no fim eu estava dizendo “Acho que ele devia estar usando roupas de gola longa constantemente. Ele devia se parecer com um padre vestindo roupas dos anos 60 ou algo do tipo!”

INT: Agora que está envolvido numa grande franquia, você tem que ser mais cuidadoso com os próximos papéis que quiser interpretar?
THEO: Tenho que tomar decisões inteligentes. Você faz o filme e as opções fáceis e tentadores aparecem, mas elas não são necessariamente as melhores para a longevidade da sua carreira. Tenho que ser forte e dizer “não” para algumas coisas, e depois tentar a todo custo conseguir coisas que serão melhores para mim. No final das contas, sou um ator. Farei isso por anos, espero.

INT: As pessoas que te acharam por causa do filme “The Inbetweeners” são diferentes das que te reconheceram em “Divergente”?
THEO: Sim, definitivamente. É engraçado ser ator. Às vezes, a coisa que faz todo mundo te reconhecer é a inesperada, o que é engraçado. Pode ser até do seu primeiro trabalho, ou algo que você até esqueceu que fez. Mas sim. Ao entrar numa sala, dá para saber de onde as pessoas estão te reconhecendo.

SCANS: – Clique nas miniaturas –  (via @fyeahtheojames)


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista, Insurgente


19.11 Shailene Woodley fala sobre cenas de sexo preferidas nas telas!

Untitled-12 - Copia

Shailene Woodley e Ansel Elgort na capa da GQ Magazine! O anúncio que está na capa da Shai diz: “Os homens do ano. Estrelando algumas mulheres, como Shailene Woodley. Nossa nova paixão favorita”. 

Shailene Woodley contou com quem preferiria perder sua virgindade no cinema: Ansel Elgort ou Miles Teller! Em entrevista a revista GQ, Shailene tentou fugir da resposta… Ansel Elgort ou Miles Teller?

“Hum, ambos são diferentes…Na verdade essa é uma questão engraçada, porque em Divergente, Ansel usava um desodorante com cheiro ruim. Eu brincava, ‘Se você for escalado para A Culpa é das Estrelas, não use desodorante!’. Então ele foi escalado! Então eu dei um pouco do desodorante que eu faço para mim para ele. Mas ele não usava e não usava desodorante para nada”, contou Shailene.

“Então eu acho que Ansel cheirava mais hormônios, enquanto Miles cheirava mais delicioso, se é que essa palavra é apropriada para dizer para um homem”, continuou.

A atriz também falou que perdeu a virgindade cinco vezes nas telonas: “Aconteceu em A Vida Secreta de uma Adolescente Americana, A Culpa é das Estrelas, Divergente, Pássaro Branco na Nevasca e em The Spectacular Now (filme protagonizado juntamente com Miles Teller)”.

Finalizando a entrevista para a revista GQ Magazine,  o entrevistador diz:

“Nunca deixe de ser a moça que escova os dentes com argila.” e Shailene responde: “Com certeza. Eu nunca deixaria alguém ter o poder de mudar minhas virtudes pessoais.” 

Shailene Woodley diz que não há glamour em perder a virgindade:

“Gosto das cenas de iniciação sexual que tenho feito porque elas são muito reais. Não sei quanto a você, mas eu pessoalmente não acho que perder a virgindade seja uma experiência divertida. Não há qualquer glamour nisso. Para algumas pessoas, pode ser, mas não foi assim para um monte de gente neste mundo, e as cenas mostram isso, a pessoa desajeitada, engasgando, tudo meio bagunçado”, disse a atriz.

Fonte: 1 |  2


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista


11.10 Ansel Elgort fala sobre ‘Insurgente’ e diz que a experiência foi diferente do primeiro filme!

26

O segundo filme da série “Divergente” está marcado pro começo de 2015, e o ator de 20 anos, Ansel Elgort compartilhou que o filme está agora em fase de pós-produção.

“Insurgente está quase pronto. É mais sombrio e eu estou animado. Isso é bom. Diferente do primeiro filme,” disse Elgort.

Enquanto a Shailene Woodley e Theo James irão repetir seus papeis como Tris e Quatro, respectivamente, Elgort também retornará como Caleb, irmão de Tris Prior. Comparado com o primeiro filme, “Divergente”, Elgort aparecerá mais na segunda parte conforme seu personagem vai se tornando mais ‘sombrio’. Elgort também mencionou que sua relação com Tris vai mudar significativamente.

A personagem de Shailene Woodley também foi descrita como mais ‘durona’, para se aventurar e lutar mais batalhas, com a necessidade de ‘ter mais acrobacias/movimentos’.

Em uma entrevista para o blog Times’ Hero Complex, Woodley se abriu sobre suas experiências nas filmagens de “Insurgente,” e o quão diferente foi.

“É interessante pois o filme pareceu maior no tom e na imagem, mas numa cena pareceu menor,” compartilhou a atriz de 22 anos. “Algumas cenas pareceram como se estivéssemos fazendo um filme índie de um certo modo, porque era tão cheio de realismo.”

Em acordo com a declaração de Woodley, James também compartilhou seus sentimentos em estar no set do filme, e descreveu sua experiência como ‘mais rica’ e ‘mais complexa’.

Com a sequencia sendo dirigida por Robert Schwentke, Woodley teve apenas comentários positivos sobre o novo diretor. Além de fazer os membros do elenco se sentirem confortáveis no set enquanto filmavam, Schwentke também assegurou que uma cena em particular sugerisse ‘o tom certo’ antes de prosseguir.

Insurgente terá seu lançamento no Brasil em 19 de março de 2015.

Fonte


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista


08.08 Theo James fala sobre seu personagem Quatro, Divergente e atuações!

Untitled-12

O site Hero Complex entrevistou Theo James e o ator contou muitas coisas interessantes sobre seu desenvolvimento como ator, e claro, sobre seu papel no filme Divergente. Confira:

HC: Você é um iniciante no mundo de atuação?

Theo James: Acho que isso esteve sempre meio que por ali. Eu sempre fui um desses caras irritantes, fazendo coisinhas pequenas. Fingir que eu entrei nisso acidentalmente tipo, “Meu Deus, que sorte!” — as pessoas às vezes fingem isso, e isso me irrita. Todo mundo vai tentar. Mas apenas não é assim que acontece. Mas basicamente, eu tinha 18 anos, terminei a escola, pensei vagamente sobre isso, mas então não consegui me decidir se eu queria mesmo entrar no mundo da atuação. Eu não conhecia ninguém dele. Fui para a faculdade. Fui embora por um tempo, viajei e quando eu estava em uma universidade numa encruzilhada, pensei: “talvez vale a pena tentar”. Então, fui para uma escola de drama. Basicamente, uma ex-namorada estava tendo audições para essas escolas e ela me contou como funcionava, e aí foi. Então eu meio que comecei em 2010.

HC: Com certeza você não imaginou que estaria na turnê de imprensa de um blockbuster quatro anos depois?

Theo James: É engraçado, você não pensa nisso dessa forma na verdade. Porque em cada estágio, cada degrau incremental que você sobe soa como uma vitória, às vezes eu achei que fosse um pouco tóxico a forma como as pessoas correm vorazmente para isso. Por causa de toda a massa de mídia, eles estão famintos por coisas grandes. Mas eu realmente penso que se você quer ter isso como sua carreira, você tem que ser motivado por ideias diferentes de glamour e o tipo de coisa grande e global. Tem algumas coisas ótimas, satisfatórias, que você ganha por ter feito coisas pequenas também.

HC: O que te levou para o papel de Quatro?

Theo James: Eu tive afinidade com ele imediatamente. Ele é um daqueles personagens masculinos que você não vê muito nos dias de hoje. Para mim ele tem uma vibe de um old-school hollywoodiano. Digo, aquele tipo de ator que a masculinidade não é ganha pelos seus bíceps, é ganha pela sua identidade real. Pense em Steve McQueen e Paul Newman, eles tinham isso em abundância, mas eles não precisavam esfregar isso na cara de ninguém. E eu senti como se ele tivesse isso, ele tem essa quietude, essa tranquilidade e também, tem um grande arco que continua, o que é interessante. No livro, ele é meio que agressivo, fechado e obscuro, mas então descobre que essas não são as intenções dele. Mas então ele começa a se abrir quando começa a se apaixonar por essa garota, Tris, a personagem de Shai. E como resultado, nós entendemos que ele estava como se quebrado por um pai abusivo e assim vai, mas ele também é motivado pela nobreza, honra, moral e esse tipo de coisa.

HC: Falando do pai de Quatro, parece ser bem incomum personagens masculinos serem sobreviventes de abuso em filmes. Foi esse um fator em como você o retratou?

Theo James: Sim, porque eu acho que isso é parte da sua barreira. Definitivamente, isso corre com todo seu personagen, e eu acho que pessoas que sofrem de abuso, especialmente homens, podem criar uma espécie de armadura porque eles não querem estar nesta situação nunca mais. Eles não querem ser emasculados dessa forma, eles nunca querem ser humilhados assim, eles meio que vão pelo caminho oposto, e criam algo que ninguém pode passar e como resultado disso eles podem se tornar meio que inacessíveis. Eu acho que este é definitivamente um dos temas no filme, e um dos temas nele. Ele é tão fechado porque está muito danificado e não pode confiar em ninguém por diversas razões, e é difícil se conectar com ele.

HC: Também é difícil encontrar heróis masculinos que não são anti-heróis, mas Quatro é diferente. Ele é um garoto bom. Ele quer salvar a vida das pessoas.

Theo James: Ele quer, e é por isso que eu tenho comparado ele tanto com alguém com uma honra militar. Ele tem uma noção tipo a de Petaeus (militar norte-americano), também tem um pouco de Maximus Demicus Meridius (general romano). Eu percebi que ele é uma pessoa totalmente movida pela honra. E no topo disso tudo, ele não é exatamente o Sr. Amigável. Se você pensar sobre isso, ele não tem nenhum amigo no filme. Você não o vê cumprimentando pessoas, crianças ou algo assim. Ele é um lobo solitário, o que não é tão legal, eu acho.

HC: Qual foi a parte mais desafiante de trabalhar em Divergente?

Theo James: Às vezes nesses filmes grandes e espetaculares, você está em uma sala grande e verde, ou você está no meio de, por exemplo, uma cena de luta onde você tem que lutar com seis pessoas ao mesmo tempo, e você sabe: é como uma dança, porque você tem que lembrar todos os passos. Ou então você está escalando uma Roda-Gigante ou o que seja, às vezes um desafio é lembrar a trazer à tona o que essa cena está te envolvendo na trama, onde isso vai te levar. A única razão pela qual você está contando a história é porque é uma história entre duas pessoas, e todas as outras lutas, gráficos e telas verdes são apenas um bônus. Então às vezes é difícil, e você tem que se lembrar constantemente de trazer ao telespectador o que você está tentando dizer na história, e sobre o que aquela cena é, e o que o contexto da cena é, onde você esteve antes e onde isso vai te levar.

HC: Onde você se imagina após os filmes de Divergente?

Theo James: Eu acho bem importante adiar isso para fazer escolhas inteligentes e fazer o oposto que esse personagem faz, porque eu acho que é fácil ficar preso em algo. Você tem que lutar o mais bravamente que puder contra isso, porque em termos de longevidade na sua carreira, se não fizer isso, então não estará disponível para fazer as coisas que você gostaria de fazer depois.

Fonte


COMENTE O POST E CONCORRA À CARTELAS DE TATUAGENS E ADESIVOS DE DIVERGENTE! 

Se você comentar no post, dizendo o que acha sobre o assunto do conteúdo postado, terá a chance de concorrer! Sortearemos uma pessoa  em cada post do site no mês de agosto! Você poderá comentar até o final do mês em que o post foi publicado, assim, no final do mês, sortearemos uma pessoa! Mas não aceitaremos comentários como “eu quero ganhar”, precisa ser a sua opinião sobre o assunto! (PS: Sortearemos uma pessoa para todos os posts que forem publicados no mês). 


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista


29.07 Entrevista com os produtores do filme Divergente!

Untitled-12

O site ‘LA Times Hero Complex‘ foi nos bastidores do treinamento da Audácia e conversou com os produtores do filme Divergente, Lucy Fisher e Doug Wick, sobre a participação da autora Veronica Roth no filme e também sobre o diretor do segundo filme Insurgente, Robert Schwentke

Para quem ainda não conhece o Doug e a Lucy, roteiristas dos filmes da série Divergente, eles já trabalharam em filmes como: Jovens Bruxas, Garota, Interrompida, A Feiticeira, Memórias de uma Gueixa, O Grande Gatsby, O Negociador e muito mais. Confira: 

Pergunta: O sucesso do filme Divergente foi o que vocês esperava? 

Doug Wick: Você sempre está nervoso, porque é uma longa jornada, uma grande conexão, você fica emocionalmente ligado ao filme, esperando que ele tenha uma ‘boa vida’. 

Lucy Fisher: Você somente espera que as pessoas vejam o filme.

Pergunta: E você esteve trabalhando em Insurgente antes mesmo de Divergente. Como tem sido trabalhar com um novo diretor e roteiristas? 

Doug Wick: É muito animador. O primeiro processo foi ótimo, e nós estávamos em uma situação incomum – e no mercado do cinema, meio que favorável – de preparar o próximo filme enquanto terminávamos o primeiro. Então, todos tiveram a oportunidade de ver um duro corte do primeiro e ver todos esses jovens atores que estão criando personagens incríveis, ai você fica “Ok, agora que aquele personagem está vivo e funcionando, que outras facetas você quer explorar? O que mais seria interessante e animador para explorar nesse novo mundo que criamos?” É realmente muito divertido.

Pergunta: Qual a diferença em trabalhar com o Robert Schwentke (diretor de Insurgente) e Neil Burger (diretor de Divergente)?

Doug Wick: Eles são ambos artistas bem distintos. Em ‘Divergente’, Neil Burger colocou mais o mundo da Veronica Roth, uma visão distinta e bem-sucedida… Já ‘Insurgente’ é um filme muito diferente. Você tem uma Tris mais complicada. Você tem uma mulher que perdeu muitas pessoas, e ela tem que encontrar uma espécie de ‘anjo da guarda’. Ela tem que fazer a paz em um mundo que possui mais confusão do que em ‘Divergente’. 

Pergunta: Então o que fez Robert ser a escolha correta para ser diretor do filme Insurgente?

Doug Wick: Algumas coisas. Primeiramente, nós ouvimos muitos cineastas talentosos sobre como eles se aproximariam de Insurgente, e Robert veio com um ótimo sentido super importante sobre a jorgada do emocional da Tris, e ele estava fascinado com a recuperação e triunfo pós-traumático dela, ele também tem bons instintos visuais. Nós fomos muito estimulados por suas ideias. Uma das possibilidades visuais mais importantes é sempre a paisagem do medo, e ele tem ideias visuais realmente extraordinárias. Essa sempre foi uma das grandes criações da Veronica Roth, que permite que você brinque no mundo de “Inception”.

Pergunta: Além de Tris e Jeanine, Insurgente introduz personagens como Johanna e Evelyn. A maioria dos grandes líderes da sociedade são mulheres.

Lucy Fisher: Sim, isso é o que acontece quando se tem uma jovem e forte autora. 

Pergunta: Anteriormente você mencionou que você acha que a Veronica Roth tem estomago de ferro? O que você quer dizer com isso?

Doug Wick: O que eu quero dizer é que quando você faz uma adaptação, você continua voltando para o livro quando está perdido, e o que sempre encontramos com Veronica é que ela é uma autora incrivelmente intuitiva, então geralmente tudo está no lugar certo e na hora certa. Ela quase pensa em protótipos. Tem alguns trabalhos que são lisos na superfície, mas não tem nada por dentro. Então, quando você tem problemas na narrativa e você volta nele como fonte, não ajuda tanto. E Lucy e eu tivemos a oportunidade de conhecer Veronica quando voltávamos em “Divergente” e “Insurgente” quando estávamos presos na narrativa e nós vimos que seus impulsos são sólidos. A jornada intuitiva de Tris em “Insurgente” é tão poderosa, uma jornada clara de uma guerreira traumatizada por uma grande perda, tentando encontrar seu caminho e encontrando poder e totalidade. E ao mesmo tempo, ela tem uma habilidade inacreditável de também fazer a história de amor completamente parte da jornada. Como Lucy sempre diz, você ganha o cara que você ama sendo a melhor versão de você mesma.

Lucy Fisher: Você é Cinderella, você consegue o cara, mas também ganha ele sendo corajosa. Mas voltando ao Robert, Veronica conta isso muito mais eloquente do que nós poderíamos, sobre o tema dos livros ir de estar quebrado a se auto-consertar.

O que acharam da entrevista? Super interessante, não acham?! 😀


Postado por: Matheus Fabbris //

Divergente, Entrevista


14.07 Veronica Roth responde perguntas de fãs!

Untitled 1

A nossa querida autora Veronica Roth, respondeu várias perguntas de fãs via Twitter em parceria com o @iBooks! As perguntas são super interessantes. Ela conta qual livro ela demorou mais para escrever, sobre os pontos de vista de Tris e Quatro, qual personagem ela mais admira, se a visão dela dos livros afetou depois que saiu o filme e muito mais! Confira as perguntas e respostas:

Link permanente da imagem incorporada

 iBooks:

Você escreveu ‘Quatro’ pela perspectiva do Tobias. Como você teve essa ideia?

Veronica Roth: Meu editor perguntou se eu queria escrever pela perspectiva de outro personagem, e a história dele é familiar e eu estava ansiosa para explorá-la.

Qual foi a história mais fácil de escrever?

Veronica Roth: A mais fácil foi ‘O Transferido’, pois eu sabia bem a arca da história e tinha bastante emoções para explorar.

‘Quatro: O Traidor’ sobrepõe com o primeiro livro na série Divergente. Como isso afetou sua abordagem?

Veronica Roth: Essa sobreposição deixou as coisas complicadas! Constantemente eu estava consultando Divergente e Convergente e teve que ser mais metódico. Enquanto foi provavelmente a história mais desafiadora, foi MUITO divertido trabalhar nela.

Tem algum outro personagem que você gostaria de escrever?

Veronica Roth: Não agora! Eu escrevi a do Quatro porque sua história estava na minha cabeça, mas agora todas as outras estão quietas!

Como seus fãs influenciaram as histórias de Divergente?

Veronica Roth: Bem, a afeição dos meus leitores (e a minha) e interesse em seu personagem ajudou a juntar essas histórias, definitivamente.

A sua visão dos livros de Divergente mudou depois que o filme saiu?

Veronica Roth: Na verdade, não! Eu tento pensar que o filme e o livro são duas coisas diferentes – ambas ótimas! Mas separadas na minha cabeça.

O que você acha mais intrigante da facção da Audácia?

Veronica Roth: Eu amo o jeito que eles lutam pra descobrir o que significa coragem – e o que não significa. (Não é imprudência, não é crueldade e etc.) Eu adoro deixar os personagens da Audácia pensarem entre as linhas e ver o que acontece.

O que vem depois? Você vai continuar a escrever distopias?

Veronica Roth: Amei escrever a distopia, mas estou pronta pra começar algo novo. Ainda quero escrever YA (Jovem Adulto), mas além disso, não tenho certeza!

FÃS:

Onde você escreveu o primeiro capítulo de Divergente?

Veronica Roth: Escrevi na minha cama, na casa dos meus pais. Depois de ter assistido um pouco de Veronica Mars.

O que você mais gosta na relação entre Tris e Tobias?

Veronica Roth: Pra mim eles são como amigos e iguais – para um ser forte, o outro não precisa ser fraco.

Foi fácil pra você se conectar com Tris ou Tobias enquanto escrevia suas perspectivas?

Veronica Roth: Difícil dizer, pois eu tinha bastante treino com a Tris, mas coisas diferentes foram fáceis com Tobias – ele é bastante direto comigo. (Isso deve soar estranho!)

Que conselho você daria para alguém que deseja escrever um livro?

Veronica Roth: Se apaixone pelo processo de escrita, e não pelo resultado. Procure a crítica de pessoas que você confia também. 

Quando você estava escrevendo ‘Quatro’, você desejou poder mudar alguma coisa nos outros livros?

Veronica Roth: Alguns diálogos em Divergente! Simplesmente porque eu conheço melhor o Quatro agora, então quando eu estava escrevendo ‘O Traidor’, algumas das falas que eu tive que manter não soavam mais com ele.

A cena que você mais gostou de escrever da série Divergente?

Veronica Roth: Tris e Quatro na paisagem do medo dele! Provavelmente esse é o porquê de eu estar ansiosa para escrever duas vezes, em ‘Divergente’ e ‘O Traidor’ 

Você escreve com que frequência?

Veronica Roth: Praticamente todos os dias! Mas nem sempre o mesmo período de tempo.

Como autora, você sente saudades dos seus personagens ou você deixa eles irem logo que termina de escrever o livro – nesse caso, a série?

Veronica Roth: Eu definitivamente sinto saudades deles. Eu tive a oportunidade de conhece-los tão bem, é difícil não ter mais suas vozes na minha cabeça. Mas acho que isso significa que eu vou ter que adicionar mais vozes. (Juro que eu não sou louca.) (Na maior parte do tempo.)

Você imaginava como a história ia progredir e terminar desde o começo, ou você foi desenvolvendo no processo?

Veronica Roth: Eu escrevi alguns esboços para o resto da série depois de terminar ‘Divergente’, então eu sabia. Mas as coisas mudaram um pouco enquanto eu ia, e me surpreendia frequentemente.

Se você pudesse passar um dia com algum personagem dos seus livros, qual seria?

Veronica Roth: Evelyn. Eu adoraria cutucar seu cérebro. Mas eu me sentiria um pouco intimidada, acho.

Com que outro autor – vivo ou morto – você gostaria de ter um jantar?

Veronica Roth: Flannery O’Connor. Eu acho ela incrível e deve ter tido um cérebro muito interessante.

Qual dos três livros você demorou mais pra escrever?

Veronica Roth: Convergente. Eu tive que pedir uma extensão de prazo pra minha editora, na verdade, só para deixar as coisas certas.

Eu sou escritora (não profissional, nem nada), mas qual conselho você daria para escrever uma série? 

Veronica Roth: Explore bastante e planeje antes de começar, ou você se verá em becos sem saída. Eu aprendi isso da maneira difícil – algumas coisas que eu comecei foram difíceis de trazer depois.

Que personagem dos livros você se sentiu mais envolvida e cresceu mais?

Veronica Roth: Provavelmente Caleb. Ele começou simples para Tris, e se tornou muito mais complicado enquanto a história se desenvolvia.

Qual personagem você mais admira e por quê?

Veronica Roth: Difícil escolher o que eu MAIS admiro, mas o jeito que a Christina consegue perdoar Tris depois de tudo que aconteceu entre elas. É difícil se desapegar da mágoa pelos amigos, e fazer aquilo foi um sinal de força e graça.

Veronica Roth também já falou sobre o final de Convergente, se você já leu o livro, clique aqui para conferir.

Tradução e adaptação: Divergente Brasil – dê os créditos caso utilize o conteúdo.


Postado por: Matheus Fabbris //

Divergente, Entrevista


01.07 Veronica Roth fala sobre Quatro, Theo e “Four: A Divergent Collection”

veroth

Nossa querida Veronica Roth concedeu uma entrevista contando mais um pouco como foi escrever Convergente, se seria amiga ou não do personagem Quatro, sobre o ator Theo James como o personagem no filme e sobre o livro extra, confira legendado:

SOBRE O LIVRO EXTRA:  O livro reunirá 4 contos narrados pelo ponto de vista do Quatro, contando histórias que ainda não sabemos, e assim, podendo conhece-lo melhor. Lembrando que o livro NÃO É UMA CONTINUAÇÃO, o livro não interfere em nada na trilogia, que conta com os livros Divergente, Insurgente e Convergente. Mas é claro que todos nós queremos saber mais sobre o nosso tão querido personagem, não é mesmo?!

O livro lança dia 8 de julho nos Estados Unidos e com previsão de publicação no Brasil no segundo semestre. Vamos aguardar!

Sinopse: “Fãs da série Divergente da autora de bestseller Veronica Roth vão ficar entusiasmados por “The Son”, a terceira de quatro histórias contadas pela perspectiva do Quatro.

Cada história explora o mundo de Divergente pelos olhos do misterioso, porém carismático, Tobias Eaton, revelando fatos nunca conhecidos antes da sua personalidade, do seu passado e dos seus relacionamentos.”

Saiba mais clicando aqui.


Postado por: Matheus Fabbris //

Divergente, Entrevista


19.06 Ansel Elgort fala sobre Insurgente, Shailene Woodley e A Culpa é das Estrelas!

26 Ansel Elgort falou, recentemente, sobre o que podemos esperar de Insurgente e de seu personagem, Caleb Prior, que terá uma participação mais ativa nesse filme. Ele também contou como foi trabalhar em “A Culpa É Das Estrelas” com Shailene Woodley e como a participação em ‘Divergente‘ ajudou na relação amistosa que surgiu entre os dois atores.

Confira a entrevista legendada:


Postado por: Luiza Lima Dias //

Entrevista, Insurgente


05.05 Shailene Woodley fala sobre seu cabelo para a Tris no filme Insurgente!

Untitled-12

Nossa querida Shailene Woodley concedeu uma entrevista para o site PageToPremiere e contou que pintará o cabelo para as gravações de Insurgente no dia 05/05/2014! Confira a entrevista:

Hoje, durante minha entrevista com Ansel Elgort e Shailene Woodley na conferência de imprensa de A Culpa é das Estrelas, Shailene Woodley contou que ela terá seu cabelo pintado de loiro para interpretar Tris Prior na sequela de Divergente, Insurgente!

Eu não consegui gravar isso porque foi bem quando nós nos sentamos. De qualquer forma, bem quando Shailene sentou próxima à mim no balanço, ela disse, “Vou ter meus cabelos como os seus amanhã!” Minha reação foi, “O quê?” obviamente, porque eu tenho um corte curto e é bem loiro. “Você vai pintar o cabelo de loiro?” Ela respondeu: “Sim! Vou voltar para os cabelos loiros da Tris amanhã para Insurgente!”

Então, fiquem ligados, todos. Quando você ver Shailene Woodley no tour de A Culpa é das Estrelas nos próximos dias, e na premiere dia 2 de Junho, ela estará de volta para as mechas douradas de Tris. Diga adeus ao cabelo da Hazel! Estou ansiosa para ver como o cabelo de Tris será em Insurgente – ela o corta no começo do livro, então ela não tem o cabelo tão longos quanto no primeiro filme, mas estou esperando que eles acrescentem um pouco de cabelo com aplique ou algo do tipo para faze-lo um pouco maior do que o tamanho que Shailene usa agora.

E aí, o que acharam? Veremos a Shailene loira novamente para o início das gravações do filme tão esperado pelos fãs, Insurgente! 😀


Postado por: Matheus Fabbris //

Divergente, Entrevista