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17.02 Extras do Tie-in de Insurgente

EXTRAS

A edição do tie-in de Insurgente está cheia de extras, confira todos eles traduzidos aqui, vamos atualizar enquanto traduzimos as páginas.

Os extras são:

  1. INÍCIO ALTERNATIVO DE INSURGENTE
  2. DISCURSO DA EVELYN PARA OS SEM-FACÇÃO
  3. A REALIDADE DO LUTO

INÍCIO ALTERNATIVO DE INSURGENTE
“Eu criei quatro começos para Insurgente antes de achar o certo. Esse foi provavelmente o meu favorito, que se passa um pouco depois do ataque da simulação, quando Tobias e Tris estão começando a descansar no complexo da Amizade. Depois eu decidi que não queria quebrar a história no meio entre o tempo do fim de Divergente e o ínicio de Insurgente: eu queria que as histórias fossem contínuas, que era como elas se organizavam na minha cabeça, então eu comecei o livro com nossos heróis pulando do trem (um começo bem mais apropriado para eles, eu acho.) Mas tem algo sobre esse começo silencioso que eu ainda gosto, porque parece ser como alguém da Amizade: pacífico, mas com o sentido de ser apenas o olho do tornado e que algo ruim ainda está no caminho.” — Veronica Roth

Acordo com o seu nome na minha boca.
Will.
Tem tantos rostos que eu poderia ver nos meus pesadelos, mas pelas últimas semanas, foi apenas o dele que eu vi. Assisti se chocando contra o asfalto todas as noites. Morto. Meu feito.
Mas não é noite agora. Está no meio da tarde. Ouço os insetos zumbirem nas árvores distantes. Um metal morno toca minhas costas e meus joelhos, a estrutura dos trilhos do trem.
Os trens não estão funcionando desde o ataque da simulação. Eu acho que é um bom sinal. Se os trens estivessem funcionando, poderia significar que alguma ordem o mandou da cidade para vir atrás de nós, e a única ordem que seria possível por agora é o tipo de ordem que viria da Erudição. Enquanto os trens estão parados, suas mentes são deles mesmos. É consolo o suficiente.
À minha direita está as pernas de Tobias cobertas por calças jeans. Ele está deitado com a cabeça no outro lado do trilho, de olhos fechados. Ele usa o cinza da Abnegação, porque não trouxemos nenhuma roupa quando escapamos do complexo da Audácia. Quase não percebo isso, na maior parte do tempo. Essa cor parece certa nele.
Acho que ele está dormindo, mas ele pega meu pulso e se senta, olhando para mim. Suor corre as laterais do seu rosto, fazendo-o brilhar.
— Você está bem? – ele diz.
Eu me sento também, massageando meu pescoço.
— Sim, por quê? – eu soo defensiva. Ela vai descobrir que estou escondendo algo.
Ou talvez ele se acostumou a ouvir minhas voz nesse tom e não vai perceber. Eu minto pra ele o tempo todo, agora.
— Você chorou – ele diz – você estava gritando enquanto dormia, Tris, você não está bem.
Ambos meus pais estão mortos, eu matei um dos meus melhores amigos, e Tobias, uma das únicas pessoas que me restou, quase não me tocou desde que ele me contou que me ama e eu não retribuí. Se existe uma forma de se estar bem, não é assim.
— Estou bem – digo – ok?
Ele assente, e solta meu pulso.
— Nós vamos ter que voltar daqui a pouco – ele diz, se levantando. Ele limpa seu rosto com a manga da camisa. consigo ver uma ponta das chamas da Audácia tatuadas na sua pele, em baixo da sua caixa toráxica. Ele pode usar as roupas da Abnegação agora, mas ele sempre será da Audácia, está escrito em sua pele, assim como está escrito na minha.
Nós passamos horas sem conversar.
Olho em volta e vejo o horizonte. Os prédios estão cobertos por uma neblina de tão distantes que estão, mas ainda posso ver as duas torres do Eixo perfurando o céu. Eu sinto algo parecido com tristeza, talvez, ou saudades no meu estômago. Eu quero voltar. Eu tenho que voltar.
— Não vou conseguir suportar isso por muito mais tempo – digo.
— Nem eu.
Eu sei disso. Nós fomos construídos para a guerra. As piores coisas são que, por mais forte que sejamos, estamos nos escondendo na paz do complexo da Amizade. Somos os dois fracos. Inúteis.
Ele me oferece a mão
— Vamos. Hora de ir.
Coloco uma mão no trilho e seguro a mão dele com a outra. Mas antes que eu deixe ele me puxar, eu pauso, suspirando. O trilho zumbe sob minha mão. Seguro-o firmemente, meus lábios estão mexendo clamando por palavras que desconheço. Por favor, é tudo o que posso pensar. Não sei para quem estou implorando, ou o que eu estou implorando à eles.
Trens significariam ordens. Ordens significariam Erudição. Talvez eu esteja pedindo pelo caos.
E então eu fico de joelhos, e aproximo meu ouvido ao trilho, estreitando os olhos. Eu ouço um rugido baixo no metal, como uma fera acordando da hibernação. É evidente.
Os trens voltaram a funcionar.


DISCURSO DA EVELYN PARA OS SEM-FACÇÃO 

UNIÃO DOS SEM-FACÇÃO, CINCO ANOS ANTES DOS EVENTOS DE DIVERGENTE
“Bem-vindos, sejam todos bem vindos.”
“Devo pedir que olhem em volta de vocês. Não, eu ordeno – vá em frente e olhe.”
“À sua esquerda está alguém que a Erudição chamaria de aberração. À sua direita está alguém que a Abnegação chamaria de um caso de caridade. Atrás de você está alguém que alguém da Amizade olharia com pena. E à sua frente está alguém que a Franqueza ou a Audácia ignoraria completamente.”
“À sua volta estão as pessoas que não conseguiram passar na iniciação de uma facção, não conseguiu se tornar o membro de uma facção – pessoas que falharam, de uma forma ou de outra, que não alcançaram as expectativas da sociedade. Esta sala está cheia de fracassos.”
“Certo? Não é isso que nós ouvimos?”
“Eles nos falam, nessa cidade, que aqueles que vivem do lado de fora, longe das facções, são mais fracos que os que vivem aqui dentro. Eles nos falam que nossa sociedade é uma máquina que funciona perfeitamente desde que todos participem. Eles nos falam que o sistema nos fará desenvolver pessoas moralmente superiores, para se tornar quem precisamos ser. E eles também nos falam – o mais absurdo de todos – que nos deram uma escolha.”
“Estou aqui hoje para contar para vocês que eles são todos mentirosos. Que eles estiveram mentindo para vocês por toda sua vida. Se você é fraco, por que essa cidade te usa como suporte principal? Por que ela depende de você para dirigir os trens e ônibus, para manter as faciLIdades e equipamentos, para criar essa fábrica – a fábrica literal – da sua existência? Se você é um fracasso, como dizem, por que esse sistema depende do seu fracasso para funcionar? Um sistema que não consegue se manter sem a exclusão de alguns de seus membros não está funcionando; é quebrado.”
“Está quebrado. E a ilusão da escolha que isso nos oferece é escolha nenhuma. Escolher uma facção é como escolher a morte por uma faca, arma, ou enforcamento – o resultado é o mesmo, não importa o método que você usa.”
“Mas nesse caso, o resultado não é a morte corporal; é a morte da alma – morte da riqueza e complexidade de cada um, dos detalhes que fazem valer a pena uma pessoa ser amada, que fazem valer a pena ser. Quando te falam para escolher uma facção, falam para você desaparecer, parte por parte, até que sobre apenas a sua sombra. A sua sombra fica no seu lugar. A sombra pode ter usado suas roupas e dado um beijo de adeus na sua esposa e feito o trabalho pelo qual você se inscreveu, mas não é você; nunca poderia ser você.”
“Quando olham para você, podem ver alguém que desapareceu, mas é uma mentira. Deixe-me contar a verdade: vocês são os que foram impedidos de desaparecer. Vocês são os que foram corajosos, honestos, bondosos, altruístas e inteligentes e mais que tudo isso, mais que palavras podem descrever.”
“E as pessoas que mantém essa máquina patética funcionando sabem disso. De alguma forma eles sabem que vocês são de longe melhores, maiores, mais poderosos do que se possa imaginar. É por isso que eles te deixam famintos. Te deixam sem casa e sem roupas limpas e sem representação no governo. Eles querem que você fique quieto, e fraco, e desesperado. Já que não podem te controlar com o sistema, podem te controlar com uma distração. Eles querem que você esteja distraído pensando na sua próxima refeição que você não pode nem pensar no que está sendo preparado pra você. Querem que sinta que você é completamente sozinho.”
“Mas vocês não são fracassos, e não estão sozinhos. Esses que estão juntos de você aqui nessa sala não são seus companheiros de facção – eles são seus irmãos e irmãs, seus amigos mais queridos, seus companheiros de tropa. Nos deixem ser uma união, juntos, e não nos compromissemos por ideias vazias, por uma existência pequena, mas pela nossa sede de uma vida melhor.”
“É hora de lutar. Se você está desesperado, que seja pelo fim desse sistema falho, não importa o que custe. Se você está com fome, que seja pela liberdade das facções. E se você está silencioso, que seja apenas por um momento enquanto nós retomamos o fôlego para dar nosso grito de guerra.”


 A REALIDADE DO LUTO

– Após o lançamento de Divergente, eu li um comentário de um leitor expressando sua insatisfação com o final do livro. O leitor era mais velho, alguém que havia perdido sua mãe e sentiu que a Tris sentiu muito pouco a morte de seus pais, ela se recuperou muito rápido depois do trauma. Meu sentimento foi de que a adrenalina da Tris a carregou até o fim do livro, que a dor da perda a atingiria no futuro, mas é óbvio que este leitor não poderia adivinhar isto(e, discutivelmente, não deveria ter que ler as continuações para prever o que aconteceria no primeiro).

– Ver a reação pessoal desse leitor me deu determinação para fazer algumas mudanças no rascunho de Insurgente. Eu não havia perdido ninguém próximo a mim, certamente ninguém como minha mãe, e não havia pensado que precisaria de mais do que alguns pesadelos e choros para capturar o luto da Tris. Não estava pensando, no começo do rascunho da sequência, na perda da Tris como real, ou como algo que deveria ser real, mesmo num contexto futurístico.

– O senso comum dos escritores é de “escrever o que você sabe”, mas então somos levados a pensar: “O que acontece quando seu personagem passa por algo que você não conhece? O que acontece quando sua inexperiência começa a aparecer?” A resposta é a pesquisa. Muita pesquisa, e diferentes tipos de pesquisa. Você não precisa perder alguém para escrever sobre luto, mas você precisa tratar do assunto com carinho, fazer jus às reais experiências que as pessoas têm(particularmente se elas forem suas leitoras).

– Eu comecei a pesquisar consultando minha própria mãe. Minha avó se foi antes de eu nascer, o que significa que minha mãe sabe o que é perder uma mãe. Eu perguntei como ela se sentiu nos meses após o acontecido e ela me deu uma descrição memorável – de que mesmo quando ela não estava pensando diretamente sobre aquilo, ela sentia como se tivesse um caroço em sua garganta, que ela não conseguia engolir. Foi como se a dor tivesse tomado uma forma física e se instalado dentro dela, presente mesmo quando ela tentava se distrair.

– Eu estava intrigada pela ideia do luto se tornando material, se tornando uma força que você não consegue controlar ou entender. Mas eu queria saber mais, então perguntei a um grupo de amigos escritores, também, e eles me deram algumas ideias: Que o luto pode tornar alguém selvagem, tornando-o impulsivo, com um comportamento autodestrutivo, que algumas coisas podem acionar emoções fortes.

– Eu também pesquisei sobre estresse pós-traumático, afinal a perda violenta dos dois pais certamente se qualifica como um trauma, e não é um pequeno. Fiz anotações sobre a culpa dos sobreviventes, revivendo momentos nos sonhos e nas memórias, explosões nervosas, a vontade de evitar qualquer coisa associada ao evento traumático, e várias outras coisas que pude achar que se aplicasse à situação da Tris. Eu li artigos especificamente sobre o estresse pós-traumático, pois ele está relacionado aos soldados e as perdas da Tris ocorreram em um tipo de batalha e não foram limitadas a apenas perder seus pais – ela também, em pânico, atirou em seu amigo (Will) e o matou enquanto ele estava impossibilitado de parar a si mesmo, e isso precisava ser incorporado na psicologia de Insurgente também.

– Eventualmente, estava com muitas observações, mas não tomava as decisões. Sabia que a Tris não precisava ter todos os sintomas – isto seria demais – e que, já que ela estava seguindo em frente numa situação caótica, as manifestações de seu luto poderiam fazer mais sentido se fossem mais peculiares, e se ela não estivesse muito consciente delas. Ela não foi capaz de processar tudo.

– Eu estava determinada a intervir no luto e na culpa da Tris, já que ambos pareciam interligados – seus pais haviam morrido por ela, afinal, o que significa que ela se sentia responsável, e ela foi quem atirou no Will, mesmo que tenha sido para salvar sua própria vida. Decidi por dois elementos específicos para trabalhar: A Tris não conseguiria encostar em armas sem lembrar do ataque (isso incorporaria tanto a lembrança do acontecido quanto a necessidade de se evitar coisas relacionadas a ele), e ela se tornaria ainda mais impulsiva. A inabilidade de encostar em armas pareceu mais focada na culpa, já que estava relacionada com as ações dela com o Will, e o comportamento autodestrutivo estava mais focado no luto, pois mostrava que ela tentava encontrar seus pais novamente. Ocasionalmente, os dois comportamentos se uniriam.

– A Tris também sofre com pesadelos, raiva e outros sinais mais comuns do luto (períodos de fortes emoções, períodos de monotonia, etc), mas esses são menores e poderiam ser colocados no texto sem muita dificuldade. Descobrir como mantê-la viva até o final do livro sem encostar em armas foi mais difícil! A intervenção do Tobias se tornou crucial, já que ele estava determinado a protegê-la, mas eu não queria forçar muito a corda do “namorado que salva o dia”. Eu queria que a Tris fosse ativa, para continuar sendo útil com sua mente e seus instintos, mesmo se não fosse muito útil numa luta.

– Finalmente, as respostas vieram das limitações que eu mesma havia me dado. No que a Tris seria útil, se não na violência? A o que ela poderia se comprometer, se não a superar a Erudição e os traidores da Audácia com um ataque? O que, em meio a toda a dor e culpa, ela poderia descobrir que valesse a pena?

– Em Insurgente, eu deixei que ela viajasse o quanto quisesse pelos caminhos obscuros do luto e da culpa. Deixei que ela ficasse com raiva, em negação, autodestrutiva e teimosa. Deixei que ela fosse ingênua e confusa. Isso tudo resultou em uma Tris menos simpática do que a de Divergente, mas eu amei a realidade das emoções dela, sabia que ela sairia do labirinto da escuridão viva e mudada, então eu estava determinada a seguir em frente, embora não estivesse certo do que estava no outro lado.

– Acabou que no outro lado estava a determinação para viver. Para reclamar sua vida e não deixar que ela fosse em vão. Para perseguir a verdade sobre seu mundo e trazê-la à luz, mesmo que isso significasse trabalhar com Marcus Eaton. E para fazer tudo isso, para ter tudo isso, com o mínimo de violência possível. O que estava no outro lado do período mais escuro do luto era uma Tris diferente da que eu havia imaginado antes – uma muito mais forte.

Os demais extras serão colocados aqui assim que forem disponibilizados na internet!


Postado por: Anderson Vidal //

Insurgente


16.02 Cena deletada de Insurgente: Alucinação da Tris na Erudição

CENADELETADAUma edição comemorativa de INSURGENTE da Target.com trás uma cena exclusiva deletada do livro. A cena mostra uma cena quando Jeanine está testando Tris e, entre os testes, Tris vê e conversa com sua mãe morte, leia:

 

CENA DELETADA

ALUCINAÇÃO DE TRIS NA ERUDIÇÃO
Nos primeiros rascunhos de Insurgente, eu abordei a parte da história em que Tris passa pelo complexo da Erudição em diferentes ângulos, tentando determinar como Jeanine faria os experimentos nos Divergentes. Em uma dessas abordagens, Jeanine está tentando desgastar a Tris, e Tris começa a ter alucinações com sua mãe (enquanto está ciente de que está tendo uma alucinação), o que trouxe momentos de levianidade obscura. Depois decidi que Jeanine não estava tentando tanto acabar com Tris quanto queria descobrir como o cérebro dela funciona, então essas cenas não fariam tanto sentido, mas eu, às vezes, sinto falta da diversão que era brincar com a Tris com sua mãe imaginária.

 

Não sei que horas são quando as luzes finalmente se apagam, mas quando fica escuro, eu penso, fim do primeiro estágio. Isso é apenas uma iniciação, só que ao invés de ser a iniciação de uma facção, é a iniciação de um fim. Meu fim.
Não vejo quase nada por alguns minutos. Me levanto, dura, e alongo minhas pernas, agora que não preciso dos meus joelhos para bloquear as luzes. Vou até uma parede, me viro e ando até alcançar a outra.
Gradativamente a minha visão retorna, manchada. Meu ombro esteve latejando por alguns minutos, horas, não importa quanto tempo, mas não há muito o que eu possa fazer.
Então a porta se abre e Jeanine e Max entram. Max sorri para mim. Seus dentes são amarelos. Ver seu sorriso nessas circunstancias é de certa forma horripilante. Imagino como poderia alguém interpretar aquela expressão como amigável, nunca. Parece um cão mostrando os dentes.
Jeanine carrega uma prancheta. Ela usa calças pretas e uma camisa azul de colarinho, bem ajustada. Suas bochechas e seu nariz cumprido são rígidos, mas atraentes. Ela e Max são dois fins opostos de um espírito: um certamente perverso, e o outro perversamente e atraentemente disfarçado. Diferentes, mas exatamente o mesmo.
Eu não os ataco. Isso seria inútil. Max poderia quebrar meu pescoço com as próprias mãos. É esse o tipo de coisa que você aprende a fazer depois de décadas na Audácia, tenho certeza.
— Olá, Beatrice – diz Jeanine – Como está se sentindo?
Eu a encaro. Por que ela me perguntaria aquilo? Ela nem ao menos quer a resposta. Talvez não seja o conteúdo da resposta que ela quer, mas a forma de responder.
— Eu gostaria de saber que horas são – digo.
— Não posso te dizer isso – ela diz – gostaria que eu te explicasse porque está aqui?
— Não, está tudo bem – eu digo, encolhendo os ombros.
Ela estreita os olhos. Já deve ter percebido que estou jogando jogos mentais com ela.
— Não está falando muito, Max – eu digo – ou você está aqui só para se certificar que eu não me torne violenta? Como… um guarda, ou algo do tipo?
— Essa é apenas uma parte do porquê estou aqui – ele diz. Suas palavras parecem feridas. Peguei eles. Uma pequena vitória.
— Bem, não vou atacar – digo.
— Estranho – diz Jeanine – já que é o que esperamos de você na sua forma normal. Você geralmente usa a violência antes, antes de qualquer outra reação. Foi o que aconteceu quando atirou no meio dos olhos de Will, não foi?
O detalhe do lembrete – no meio dos olhos – deveria me provocar. De alguma forma, ter a habilidade de analizar o que ela está tentando fazer me faz sentir levianamente aliviada.
— Sim – eu digo. Me sinto um pouco chocada – mas essas circunstancias são diferentes.
— Verdade – ela diz, olhando para Max – acho que ela precisa de mais tempo.
— Acho que está certa – ele diz.
Os dois começam a ir. Eu quero gritar Mais tempo para o quê? Mas mordo meus lábio. A porta se abre e Jeanine para no batente da porta, tocando uma das paredes com suas unhas aparadas.
— Eu deveria agradecer por nos contar sobre Uriah – diz ela – eu poderia descobrir que ele era um dos Divergentes mais fracos e não tem uso para nós.
Ela sorri para mim, e enquanto anda para sair da sala, adiciona:
— Ele foi executado nesta manhã – a porta se fecha e os paineis se acendem, mais brilhantes que antes, brilhantes o bastante para me fazer lacrimejar. Mas não estão lacrimejando – eu estou chorando. Estou de joelhos.
E finalmente, finalmente estou gritando.

+++

— Ela pode estar mentindo – diz minha mãe.
— Estou alucinando – resmungo.
Ao menos eu sei que estou alucinando. Ela parece tão real que é difícil acreditar que estou imaginando ela. Mas no nono ano eu decidi me dedicar mais à psicologia que à sociologia, então sei o que é isso.
— Um episódio psicótico… – digo. Não ligo de estar falando comigo mesma. Não ligo se a Erudição sabe que estou reprimindo. – é um período da psicose que dura por um período de tempo indeterminado. É caracterizado por alucinações e desilusões. Que bom que não tenho as desilusões.
— Você tem uma memória boa – minha mãe diz, sorrindo.
— Apenas sou boa em fazer as coisas soarem como oficiais – digo, encarando-a de volta. Ela está sentada atrás de mim, de pernas cruzadas em um dos painéis de luz. Estou deitada no chão com meus braços esticados o mais longe que eu consigo.
— Como eu disse, – minha mãe diz – ela pode estar mentindo. Ele pode estar vivo.
— A mulher me pois em um tanque gigante e o preencheu com àgua, só pra ver como eu reagiria – eu digo. De repente o pensamento de estar em um tanque com água me parece hilário. Começo a rir. – Ah, é claro… – rio mais ainda, até que lágrimas correm meus olhos, e levanto o rosto para olhar para minha mãe, meu estomago se contrai e expande contra o chão – ela é um robô sem coração de peruca loira. Claro que ela o matou!
Paro de rir, mas as lágrimas não param. Deixo elas caírem. Talvez se eu puder deixá-las entrar entre as luzes dos painéis, algo pode dar errado com a eletricidade. Não, isso é estúpido. Não tem rachaduras entre os painéis de luzes, não tenho mais tantas lágrimas de qualquer forma.
— Você não sabia que isso aconteceria – diz minha mãe – você estava nervosa e deixou isso tomar de você, mas não sabia que eles o mataria.
— É? E como você sabe disso? – pauso por um momento – Deixa pra lá. Você sabe porquê eu sei disso. De qualquer forma, não importa. – Eu deito sob minhas costas de novo – ele é apenas o glacê de um bolo gigante de irmão traidor, pais mortos, ex-namorado, e câmera depravada de descanso, na verdade.
— Tem certeza que não posso te dar um abraço? – ela pergunta. Ela me pediu isso uns minutos antes, e eu disse não, porque ela não existe – parece que você precisa de um.
— Você nem é igual a ela – eu digo – você é essa aproximação estúpida. Acho que estou cansada de fazer você realística. Também, ela mal me abraçava, você sabe.
— Mas você gosta de abraços – ela aponta.
— Não de pessoas de mentira – eu digo, fechando meus olhos – nem da maioria das outras pessoas, também.
— Eu aposto que se eu fosse Tobias, você me abraçaria – ela diz.
— Está com ciúme? – pressiono a mão contra meu rosto. Minha mãe-alucinação tem doze anos de idade. – Se você fosse Tobias, eu não abraçaria você, eu pediria pra você nos tirar daqui.
— Ele é inteligente dessa forma – ela concorda.
— Tenho uma pergunta pra você – digo – como deveria uma pessoa tão boa quanto você lidar com um assassino e um traidor?
— É uma excelente pergunta – ela diz.
Ela rasteja no chão e se deita ao meu lado, e nossas mãos se tocam. Sua pele parece como pele de verdade – estranho como a mente guarda sensações com tantas precisão, é como sentir dor em um sonho. Eu suspiro, e seguro sua mão. É quente, e um pouco áspera, como a mão da minha mãe realmente era.
— Qual é o ponto de não te deixar dormir? – ela diz calmamente. Ela soa mais como minha mãe agora. Tão calma e quieta quanto ela deveria ser.
— Para acabar comigo.
Eu me levanto e olho para uma das câmeras.
— Estou acabada! – grito – Ouviram? Podem parar agora. Estou falando com minha mãe morta-Eu já estou acabada!

FONTE | Leia uma cena deletada do livro CONVERGENTE, divulgada ano passado aqui e outra cena de INSURGENTE aqui.

 


Postado por: Anderson Vidal //

Insurgente


Cena Deletada de Insurgente: Tris e Tobias terminam

CENADELETADA

Uma edição comemorativa de INSURGENTE da Target.com trás uma cena exclusiva deletada do livro. A cena mostra uma parte de um dos rascunhos do livro onde Tris e Tobias se separariam e seguiriam caminhos diferentes, Veronica diz que não sentiu que aquilo seria natural e seguiu outros rumos na história. Leia o capítulo traduzido pela nossa equipe:

CENA DELETADA
TRIS E TOBIAS TERMINAM
Em todos os rascunhos de Insurgente, Tris e Tobias terminavam o namoro por um tempo no meio da história, deixando ela muito isolada-muitos de seus amigos ou familiares estão mortos ou se foram nesse ponto e, sem Tobias, ela passa muitas cenas sozinha e tentando achar novos amigos. Eu gostei de ver Tris encontrar um lugar longe dele, e deixar eles irem em direções diferentes, mas recentemente eu percebi que eu estava fazendo eles terminarem porque eu não sabia o que fazer com eles, e isso não parecia certo. Ao invés disso eu escolhi deixar eles começarem a fazer escolhas diferentes e se mover em direções diferentes, mas mantê-los juntos, em conflito, lutando o quanto podiam para manter o relacionamento no meio de tanta desordem. Foi mais interessante para mim e me pareceu como algo que eles realmente fariam. Às vezes é tentador fazer coisas fáceis e familiares com os personagens – uma separação é uma dessas coisas para mim – aquilo era apenas um rascunho, mas isso não significa que seria uma boa decisão para os personagens e para a história, e foi algo que percebi depois.

Retorno para a minha cama mais cedo naquele dia, e Tobias já está acordado. Eu não digo nada e nem ele o faz. Ele levanta e anda até o elevator, e eu o sigo, porque sei que é o que ele quer. Nós ficamos no elevador, lado a lado, em silêncio. Eu escuto um zumbido nos meus ouvidos e culpo minha falta de sono, mas acho que é mais porque tudo está prestes a desabar e eu sei disso.
O elevator alcança o segundo andar e começo a tremer. Começa nas minhas mãos, mas passa pelos meus braços e peito, até que o estremecimento alcança toda parte do meu corpo e não há forma alguma de pará-lo. Fora do elevador está outro símbolo da Franqueza, as balanças desniveladas. Esse símbolo também está riscada no meio da espinha dele.
Ele não me olha por um bom tempo. Se mantém com os braços cruzados e cabeça baixa até que eu não consiga mais aguentar isso, até que eu me sinta como se estivesse prestes a gritar. Eu devo dizer algo, mas não sei o que dizer. Não posso me desculpar, porque apenas contei a verdade e não posso mudar a verdade com uma mentira. Não posso dar desculpas.
— Então você matou Will.
Ouví-lo dizer isso me faz sentir o peso do que fiz. A culpa é mais pesada que o luto, quase mais pesada que o quanto eu posso aguentar.
— Sim – eu digo.
— Todos aqueles pesadelos que você estava tendo… eles eram sobre ele? – sua voz está baixa e sem controle. Eu sei melhor que qualquer coisa que isso é um bom sinal.
Assinto, uma vez.
— A maioria deles.
— E você não me contou.
— Não contei para pessoa alguma.
— Estava aqui pensando que eu não era apenas “alguma pessoa” para você. – ele diz e ri severeamente — Acho que não.
Ele não está gritando, mas está à beira disso, sua voz tremulando enquanto ele tenta mantê-la sob controle. Ele me encara, e esse olhar é uma acusação, mas não sei do que ele está me acusando. De mentir? Esconder coisas dele? De ter matado um dos meus amigos? Não estar apaixonada por ele?
Eu não sei de onde a raiva vem, porque alguns segundos atrás, eu estava apavorada, com medo de perde-lo. Mas meu rosto está borbulhando, quente, e a criatura que estava arranhando minha garganta desde que Will morreu, range seus dentes.
— Me desculpa, tive falta de consideração? – digo. — Que terrível de minha parte não pensar nos seus sentimentos quando meus pais estão ambos mortos e eu não posso dormir sem pesadelos sobre um exército de Audaciosos sem vontade própria e quase me afogar em um vidro e ter atirado na cabeça do meu amigo!
— Nem ao menos finja que estou sendo trivial – ele diz – Você sabe tão bem quanto eu que isso é só o começo das coisas sobre as quais você mentiu pra mim.
— Eu não menti pra você. Eu…
— Você não mentiu para mim? Toda vez que te perguntei o que estava errado você me veio com uma desculpa, cada vez que você se rastejou pra minha cama e fingiu que você estava apenas de luto pelos seus pais, aquilo tudo não foi mentira?
— Eu te conheci há semanas – eu digo brutamente – e não meses. E não anos. Semanas. Eu não tenho que te contar tudo. Tobias?
— Não, você não tem. – ele diz. Toda a raiva esvaindo com sua voz como o ar de um balão que murcha e ele me dá um olhar cansado. — Mas o fato de que você não quis me contar…
— Eu não quis te contar uma coisa – eu digo — Isso não muda nada!
— Você não quis me contar sobre o tanque d’água. – ele diz. – Você nunca quis me contar sobre seus pais. Nós não tivemos uma conversa honesta por semanas, não desde que eu te pressionei para me contar sobre suas paisagens do medo.
Eu não tenho nada a dizer, porque eu sei que ele está certo.
— Estou de luto. – eu digo sem reação – Eu não sei como fazer o que eu nunca fiz antes.
— Você não está me ouvindo? – ele pergunta, me olhando feio – Estou te falando que não tem nada com a morte dos seus pais, ou a morte de Will, ou o ataque. Eu estou falando que você foi assim desde que eu te conheci; você sempre foi assim.
Meus lábios se abrem para liberar uma palavra, mas nada vem.
— Você é impermeável, – ele diz – e eu não posso mais fazer isso.
Não posso fazer isso. Eu tento forçar as palavras para fora da minha mente para que então eu possa entender o que elas significam, mas elas flutuam, longe de ter algum senso ou lógica. Eu ouço o som delas, sinto a forma delas na minha cabeça, mas eu não consigo ver o significado delas.
E então eu consigo.
— Não é sobre mim, – eu digo. Minha voz fica mais alta, se esforçando para ser ouvida, embora estejamos em uma sala vazia. – Não faça parecer que é! É sobre você e sobre como você não consegue aturar que eu não professei meu amor eterno por você depois de semanas de namoro. Isso é sobre suas expectativas sem razão e não sobre mim!
— Talvez seja, – ele diz calmo – Pode me culpar, eu acho, quando você quase morreu por mim, aquilo foi quase um sinal. Um sinal de que você sentia por mim o mesmo que eu sinto por você. E eu contei pra você. Eu fui honesto com você – ele balança a cabeça – e hoje eu descobri que você não segurou a arma não porque não se importava comigo. Você fez isso porque acreditava que era a coisa certa. Você o fez por dever.
— Eu salvei sua vida!
— Sacrifício sem sentimento por trás é um sacrifício vazio – ele diz – Inútil. Sem sentido.
— Você é irracional, – digo – Irracional por querer que eu tenha tantos sentimentos por você depois de tão pouco tempo, e irracional por esperar que eu fizesse coisas certas com intenções perfeitas.
— Você não consegue nem enxergar a si mesma! – Ele pressiona a mão na testa – você está discutindo comigo sobre lógica e sobre o que estou dizendo. Você está nervosa porque não acha que minhas razões fazem sentido. Você não está triste. Não está de coração partido. Ficará bem sem mim.
Sinto como se meu cérebro estivesso preso em um lugar, na minha palavra—impermeável.
— Não posso ficar com alguém que seria a mesma comigo e sem mim – ele diz.
— Mas eu… – minha garganta parece estreita, e tem mil coisas que quero dizer. Eu quero dizer que eu preciso dele, que eu não aguentaria as últimas semanas sem ele. Eu quero dizer que eu acho que vou amar ele, quando o peso do luto e da culpa saírem da minha vida. Mas apenas o encaro, meu coração retumbando contra meus ouvidos, pensando que ele disse que sou impermeável; ele chamou meu sacrifício de sem sentido. Ele acha que sou fria. Como Eric. Como Jeanine. Como um Erudito.
E eu não posso dizer que preciso dele. O pensamento me faz parecer doente, como no dia em que tive que andar até a cafeteria com minha cabeça baixa depois que Peter me atacou.
— Foi o que imaginei – ele diz.
Orgulho é a falha de todo coração da Audácia.
E é a falha do meu.

FONTE | Leia uma cena deletada do livro CONVERGENTE, divulgada ano passado aqui.


Postado por: Anderson Vidal //

Insurgente


08.02 Assista ao primeiro SPOT de Insurgente com cenas inéditas!

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O primeiro SPOT (comercial de televisão) do filme Insurgente foi mostrado durante os comerciais do Grammy (uma ótima divulgação) e está incrível! Muita produção, olhares intensos e ação. Confira:

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A Série Divergente: Insurgente chega em 19 de março de 2015 nos cinemas brasileiros e será lançado em 3D! Assista ao TRAILER OFICIAL clicando aqui!

 


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


[ENTREVISTA] Conheça os novos atores de Insurgente!

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O novo filme Insurgente está chegando e claro que novos atores foram escalados para o novo elenco também! Rosa Salazar, Keiynan Lonsdale, Suki Waterhouse, Emjay Anthony e Jonny Weston fotografaram para a revista Vanity Fair e concederam uma entrevista falando mais sobre seus respectivos papéis no filme! Quer conhecer mais sobre eles? Confira a matéria:

“Foi como o primeiro dia em um acampamento de férias,” disse a modelo britânica Suki Waterhouse, de 23 anos, sobre se juntar ao elenco de A Série Divergente: Insurgente, a sequência para o blockbuster de 2014, Divergente. “Foi intimidante no início e triste na hora de dizer tchau.” Toda boa sequência precisa de novos personagens, então Waterhouse e mais quatro outros jovens atores – Rosa Salazar, Emjay Anthony, Jonny Weston e Keyinan Lonsdale – foram escalados ao lado de Shailene Woodley para o filme que estreia em 19 de Março, a continuação da história de um mundo distópico dividido em facções.

A Série Divergente é a adaptação do best-seller de Veronica Roth que encontrou milhões de fãs. Aparecer em uma adaptação de um livro jovem adulto parece ter se tornado um ritual de passagem para jovens atores de Hollywood por esses dias, mesmo que o filme não seja apenas para jovens. “Olharei para trás e ficarei orgulhoso de ter trabalhado e tido a oportunidade  de fazer parte de uma série que inspirou tantas pessoas a serem mais de si mesmos, não importa a idade,” disse Lonsdale, 23 anos, que interpreta um membro da destemida facção Audácia. A gangue de Insurgente, agora com mais 4 fortes estrelas, está posicionada para ser os novos reis e rainhas do mundo pós-apocalíptico.

Da esquerda para a direita: Rosa Salazar (Lynn), Keiynan Lonsdale (Uriah), Suki Waterhouse (Marlene), Emjay Anthony (Hector) e Jonny Weston (Edgar). Clique nos nomes para saber mais sobre os atores! OBS: Edgar é um novo personagem adicionado que não existe no livro, ele substituirá o Edward em Insurgente.

Além destes atores, temos mais caras novas no elenco também, como Octavia Spencer, Naomi Watts e Daniel Dae Kim. Confira tudo sobre eles em nosso site! 😀


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


05.02 Novas imagens de Insurgente são divulgadas!

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Muitas imagens do filme Insurgente já foram divulgadas (confira todas aqui), mas o gás continua e hoje (5) novas stills foram lançadas por vários fansites internacionais.

Nós do Divergente Brasil divulgamos exclusivamente em primeira mão a foto do abrigo dos sem-facção, confira:

Stills divulgadas às 16:00

Peter e Tris:

Ashley Judd como Natalie Prior:

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Still divulgada às 16:30

Miles Teller como Peter!

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Still divulgada às 17:00

Octavia Spencer como Johanna Reyes, líder da facção Amizade.

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Still divulgada às 18:30

Maggie Q como Tori!

Still divulgada às 18:00

Keiynan Lonsdale como Uriah!

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Still divulgada às 18:30

Ray Stevenson como Marcus Eaton!

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Still divulgada às 19:00

Mekhi Phifer como Max!

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Still divulgada às 19:30

Daniel Dae Kim como Jack Kang!

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Still divulgada às 20:00

Suki Waterhouse como Marlene!

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Still divulgada às 20:30

Naomi Watts como Evelyn Eaton!

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Still divulgada às 21:00

Jonny Weston como Edgar! – ele vai substituir o Edward –

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Still divulgada às 21:30

Emjay Anthony como Hector!

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Still divulgada às 22:00

Zoë Kravitz como Christina!

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Still divulgada às 22:30

Jai Courtney como Eric!

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Revista VEJA divulgou mais 3 stills!

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Still divulgada às 23:00

Último still! Ansel Elgort como Caleb Prior.

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[ATUALIZAÇÃO 06/02] 3 novas stills:

Kate Winslet, como Jeanine Matthews:

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Theo James, como Quatro:

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Shailene Woodley, como Tris Prior:

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[ATUALIZADO 07/02]

Novo still de INSURGENTE traz Tris, Tobias, Caleb, Peter e Johanna na sede da Amizade!

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Tori e Uriah em novo still de Insurgente!

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[ATUALIZADO 16/02]

Mais 7 stills foram divulgados!

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A Série Divergente: Insurgente chega em 19 de março de 2015 nos cinemas brasileiros e será lançado em 3D! Assista ao TRAILER OFICIAL clicando aqui!


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


04.02 [ENTREVISTA] Shailene Woodley e Theo James falam sobre Insurgente para a SFX Magazine!

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Nossos protagonistas dos filmes da série Divergente concederam uma entrevista para a revista SFX Magazine e contam sobre a fidelidade do filme, cenas de ação, treinos, simulações, tatuagens e também revelam que o vídeo da Edith Prior está na caixa (que podemos ver no trailer de Insurgente) e a Tris Prior é a escolhida para abri-la! Vale a pena conferir:

Os heróis das facções

O segundo filme na série Divergente está alcançando os céus, diz Richard Edwards

Uma coisa divertida aconteceu no caminho de Divergente para as telonas: suas estrelas jovens de repente se tornaram grandes propriedades de Hollywood. O que não é um lugar ruim para se estar quando se tem uma sequência, A Série Divergente: Insurgente, vindo aí.

Não foi apenas a protagonista Shailene Woodley que prosseguiu o seu papel como a heroína Tris Prior com uma história memorável no hit adolescente A Culpa é das Estrelas, mas Ansel Elgort foi o seu parceiro no filme…; Miles Teller se prendeu ao papel de Sr. Fantástico no reboot que está por vir de O Quarteto Fantástico e também atraiu zumbidos com a temporada de premiações pelo seu papel como um jovem baterista em Whiplash; Zoë Kravitz está colocando os pés no metal em Mad Max: Estrada da Fúria; e Jai Courtney será o novo Kyle Reese em O Exterminador: Genesis. Nada mal para um grupo de jovens de 20 anos que antes eram pouquíssimo conhecidos e estavam longe da grande bilheteria quando se inscreveram para a adaptação da grande série best-seller de Veronica Roth.

É emocionante.” conta a produtora Lucy Fisher à SFX. “Agora nós fizemos dois filmes juntos e conhecemos eles muito bem. É emocionante ter escolhido pessoas que se tornaram tão talentosos pelo seu próprio filme, e então vê-los voar no futuro no tipo de trabalho que cada um deles estiveram fazendo. Todo mundo está aplaudindo todo mundo. Está é a parte boa. A parte ruim é a parte que agora os horários nas agendas deles são apertados!”

FUTURO SOMBRIO

“Eles passaram por 40 anos de convivência em um ano,” diz Douglas Wick, “Então Tris começou o ritual de passagem normal de tentar descobrir quem ela é, à que lugar ela irá pertencer, com com ritos de passagem convencionais de problemas de identidade. E então as coisas começam a ficar muito mais complicadas quando ela descobre que ela é diferente. Mas aí ela descobre quem ela é, tem os dois pais mortos, tem que matar um amigo próximo e tem o mundo que conhece colocado abaixo – este é o evento traumatizante que você dá a esta jovem mulher.”

“Sim, eu acredito que todo mundo se chocou com tudo o que aconteceu durante o primeiro filme,” Fisher comenta. “As personagens estão muito mais complicadas. O primeiro é muito sobre descobrir sobre você mesmo e tentar encontrar sua identidade e se separar da família. ‘Okay, eu tenho minha identidade. Agora, o que eu faço com isso? Que tipo de pessoa eu vou ser com tudo isso?’ É o segundo nível da evolução do ser humano, e as coisas não são tão pretas e brancas.”

Insurgente começa com Tris, Quatro (agora também revelado um Divergente) e um pequeno grupo de aliados (incluindo o irmão de Tris, Caleb) fugindo das autoridades.

O líder da Audácia, Eric (Courtney) é agora o cão de caça de Jeanine e está os caçando enquanto a sua reputação de fugitivos os leva até os Sem-Facção, em um mundo encoberto de regras, eles são quase sem-regras. Parte da fantasia dos Sem-Facção é a liberdade, subversão, sem contar não precisar seguir os dogmas de uma facção. Nós levamos isso muito a sério, até a construção do mundo dos Sem-Facção. De longe, eles parem ser como mendigos, e então você descobre que eles estavam escondendo o fato de que eles são muito bem organizados. Nós basicamente dissemos, como você pode mostrar um mundo escondido sobre a cidade? Isso nunca foi visto antes, expandir o mundo de Divergente e seguir a tradição e toda boa franquia.

“Nós não temos que passar 10 minutos explicando sobre o mundo, e é um grande alívio,” diz Fisher rindo. “No primeiro filme Tris nasce e cresce na Abnegação e então se muda para a Audácia então só vimos isso, mas dessa vez nós vamos à Amizade e à Franqueza e Erudição. Então vamos ter a experiência de uma outra forma de vida e pensamento.”

Nós também conhecemos um grupo completamente novo – um grupo que não sabíamos que era de fato um grupo. Os Sem-Facção estavam por lá no primeiro filme, mas achamos que eram apenas vagais andando pela Chicago futurística porque não tinham outro lugar para ir. Em Insurgente é revelado que eles são um grupo bem organizado, liderado pela nova atriz no elenco Naomi Watts como Evelyn – que também é a mãe de Quatro. “Ela é nossa nova vilã além de tudo,” disse Fisher, “Ela é a fonte de muitos dos problemas de Quatro, e alguém que você não consegue decifrar. O que ela é…?”

“Com a nossa interação com os fãs, descobrimos que há uma fascinação com os Sem-Facção,” diz Wick. “Por causa da funcionalidade? Eles tem muitos esconderijos e cada um destes é mantido do lixo reciclado de outras facções.”

UM NOVO COMEÇO

Com o diretor de Divergente tendo caído fora, Insurgente teve um novo homem ao lemo, Robert Schwentke (Flightplan, RED, RIPD). “Robert tem duas qualidades fortíssimas,” explica Wick. “Primeiro, ele é completamente fascinado com a psicologia. Quando ele entrou na sala, ele ficou fascinado com as coisas que Tris encara, de como uma pessoa que encarou tanta tristeza e culpa faz para seguir em frente. Ele veio com uma fascinação de como uma pessoa faz para sobreviver este tipo de trauma.

“A segunda coisa que ele trouxe foi um instinto visual extraordinário. Ele estava realmente intrigado pelas ferramentas que Veronica criou para ver a vida dramática de uma pessoa. Quando você fala sobre coisas como paisagens do medo ou essas simulações para ver qual é sua natureza – quão Erudito você é, quão Amigável é – e fazer disso grandes cenas de ação, ele chegou com ideias visuais deslumbrantes. Mas o que era incrível é que suas ideias sempre estavam conectadas com psicologia. Tivemos muitos diretores que vieram e também tinham muitas ideias psicológicas, ou muitas ideias de efeitos computacionais que não seriam conectados à personagem. Ele veio com um grande número de ideias e visões em ambos os aspectos.”

Essas viagens pela mente dos personagens – que foi parte de Divergente com os desafios da iniciação da Audácia – será parte da continuação mais uma vez, embora vá ter muitas voltas além disso. “É muito mais visceral, muito mais visual,” diz Wick. “Uma das coisas que nos permitimos fazer, nos termos de sermos fiéis à história, foi a antiga simulação que foi aplicada à Audácia, então tudo era pouco tecnologia. Agora que nós temos isso aplicado aos laboratórios da Erudição, temos muito mais licenças – e usamos isso completamente.”

Parece que os elementos de ficção científica irão crescer muito desta vez. Para os que não sabem tem um novo elemento que não está nos livros, Jeanine fica obcecada por uma caixa que pode guardar o segredo, os fãs estão dizendo: ‘É, isso o faz menos confuso para mim.’ Mas é o que veremos.”

Manter os fãs felizes é um dos maiores desafios desse filme. Eles amam os livros, debatem minuciosamente em um nível que um passo em falso poderia estourar pelas redes.

“Tentamos nos manter fiéis à essência,” diz Fisher. “Nós tratamos os fãs como nossos parceiros nessa sociedade baseada em facções que veio a existir de um mundo em ruínas…”

“No climax do livro, Tris e Quatro encontram uma mensagem,” explica Wick “O que nós basicamente fizemos foi pegar essa ideia e adaptar em algo que funcionaria melhor em um filme. A licença que usamos foi entrar na sala do fim do livro e então Tris tem que enfrentar um de seus demônios. Fizemos a abertura da caixa ser não apenas essa cena, mas diversas.”

“É organizar um princípio que não estava no livro, mas que Veronica gosta,” diz Fisher. “Então de alguma forma precisamos respeitar os fãs e convidá-los à fazer parte desse processo, porque não queremos desapontá-los. Eles entendem o material tão bem quanto qualquer pessoa, mas sempre tem um grupo de fãs que não quer nada mudado e estes vão escrever páginas sobre como a cor do cabelo da Tris não era como eles imaginaram. É um mundo interessante!”

“Uma outra coisa que temos em mente é – e isso é uma coisa totalmente sincera – quando você diz que 33 milhões de livros foram vendidos, ao menos que seja um idiota, você acredita que Veronica está aproveitando algo” comenta Wick. “Ela está introduzindo algo forte na cultura. Frequentemente, olhamos para trás e nos perguntamos porque todas essas pessoas quiseram comprar esses livros? Podem dizer que foi porque a cor do cabelo da Tris é loiro, mas você tem que usar sua própria forma de pensar, não, provavelmente esse não foi o motivo pelo qual fez isso funcionar. É mais sensato pensar que o motivo é que Veronica Roth é uma contadora de história extraordinária.”

A história não acaba aqui, é claro, e Schwentke retornará para dirigir Convergente: Parte 1 (inevitavelmente tendo o último livro dividido em dois) quando as gravações começarem no verão. “Os desafios são enormes,” Wick admite. “Em Insurgente, nós acreditamos que continuamos a explorar os personagens e fazer uma história interessante. Nós estamos cientes de que os dois próximos filmes precisam continuar criativos e evoluindo. Você vai ver diferentes aspectos dos personagens. Vai se tornar mais intrigante visualmente e com mais efeitos explosivos. Nós apenas precisamos fazer tudo isso de forma melhor que anteriormente, ou certamente as pessoas envolvidas ficariam decepcionadas.”


 

Entrevista com Shailene Woodley:

INT: Como é a evolução da Tris desde o primeiro filme?
SHAI: Quando nós a conhecemos pela primeira vez, ela era muito ingênua e não havia sido exposta para o mundo. Está aprendendo as coisas e está tendo que tirar força
s de lugares que ela nunca teve contato. Neste filme, ela já passou por muita coisa e sabe como enfrentar uma luta. Por tanto, está muito mais forte e tem bastante combustível emocional para levá-la até o próximo estágio de sua batalha contra a Jeanine.

INT: A impressão é de que há mais ação em “Insurgente”…
SHAI: É, há muito mais ação. O mundo se ampliou. As sequências de ação no primeiro filme têm cerca de dois minutos. Agora, terão de sete a oito. Filmar sete ou oito minutos desse tipo de coisa exige aproximadamente duas semanas de trabalho. Por esse ângulo, foi bastante divertido. No primeiro filme haviam sequências de lutas e coreografias. No segundo, trabalhamos mais com cabos e fazendo Parkour, escalando, correndo e pulando.

INT: O quanto você teve que treinar para ficar em forma?
SHAI: Nós treinamos muito para o primeiro, mas depois eu estive em “A Culpa É Das Estrelas” e perdi toda a massa muscular e ganhei peso. Então voltar para esse filme foi divertido, pois nos fortalecemos de novo. Eu sou atlética por natureza. Para mim, acho muito legal ficar em forma e me testar fisicamente.

INT: Com “Divergente” e “A Culpa É Das Estrelas” recebendo tanto prestígio, foi um grande ano para você. O sucesso mudou sua vida?
SHAI: Sim, definitivamente afetou minha vida, pois estou mais ocupada. Mas, fora isso, não muito. No que diz respeito à minha carreira, eu certamente tenho mais oportunidades para fazer filmes menores que antes não poderia fazer, o que é incrível. Mas para o restante, não houveram grandes mudanças.

INT: Há muitas simulações nos filmes de “Divergente”. Você gosta da oportunidade de ir a lugares que não iria na maioria dos filmes?
SHAI: É sempre divertido fazer as simulações. Como cineasta, você consegue trazer a ideia de “nós nunca vimos isso antes, então qualquer coisa pode acontecer”. Mas como uma atriz, eu gosto de ter certeza que as cenas estão realistas. Quando estamos sonhando, parece real. Acordamos e pensamos “meu Deus, eu lutei contra uma aranha gigante na noite passada”, porque aquilo pareceu muito real. Então para todas as simulações, eu queria me certificar de que a Tris sentisse que aquilo estava realmente acontecendo.

INT: Os fãs de “Divergente” são muito apaixonados. O que você tem achado de interagir com eles desde que começou a interpretar a Tris?
SHAI: Eu honestamente não sei muito bem, porque não interajo muito com os fãs. Eu fico longe das redes sociais e as únicas chances que tenho de vê-los é nas premieres. Mas nós obviamente queremos manter a integridade dos livros e a fidelidade à história.

INT: Como se sente sobre voltar a interpretar a Tris nos dois filmes de “Convergente”?
SHAI: Sinto-me bem. Estou animada para ler o script. Embora eu saiba o que acontece em “Convergente”, não sei o quão fiéis eles serão ao livro. Então eu estou tão ansiosa quanto a audiência.


 

Entrevista com o Theo James:

INT: Você se parece muito com o Quatro na vida real?
THEO: Eu adoro bater nas pessoas(brincadeira)! Creio que ele é mais certinho que eu. Ele já sofreu bastante e provavelmente é, de certa forma, mais forte. Eu gosto de interpretar esta personagem porque há uma firmeza nele que eu sempre achei interessante, mesmo nos livros. Será divertido voltar.

INT: O Quatro tem muitas tatuagens. Você se cansou de ter que colocá-las todos os dias?
THEO: Sim. Eu pensei em fazê-las de verdade, só para não ter que passar pelo processo da maquiagem. Você faz isso todo dia, por cerca de cinco meses e meio, e acaba ficando desgastante no final. A tatuagem das costas é tranquila, porque só precisava fazer para algumas cenas. Mas no fim eu estava dizendo “Acho que ele devia estar usando roupas de gola longa constantemente. Ele devia se parecer com um padre vestindo roupas dos anos 60 ou algo do tipo!”

INT: Agora que está envolvido numa grande franquia, você tem que ser mais cuidadoso com os próximos papéis que quiser interpretar?
THEO: Tenho que tomar decisões inteligentes. Você faz o filme e as opções fáceis e tentadores aparecem, mas elas não são necessariamente as melhores para a longevidade da sua carreira. Tenho que ser forte e dizer “não” para algumas coisas, e depois tentar a todo custo conseguir coisas que serão melhores para mim. No final das contas, sou um ator. Farei isso por anos, espero.

INT: As pessoas que te acharam por causa do filme “The Inbetweeners” são diferentes das que te reconheceram em “Divergente”?
THEO: Sim, definitivamente. É engraçado ser ator. Às vezes, a coisa que faz todo mundo te reconhecer é a inesperada, o que é engraçado. Pode ser até do seu primeiro trabalho, ou algo que você até esqueceu que fez. Mas sim. Ao entrar numa sala, dá para saber de onde as pessoas estão te reconhecendo.

SCANS: – Clique nas miniaturas –  (via @fyeahtheojames)


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista, Insurgente


29.01 Novo trailer de Insurgente é divulgado!

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Hoje (29), foi divulgado mais um trailer de Insurgente, que será divulgado durante o comercial do Super Bowl, programa mais assistido dos Estados Unidos no dia 1 de Fevereiro.

O trailer mostra a simulação de Tris com a líder da Erudição, Jeanine, e podemos ver a superprodução do filme, efeitos visuais e claro, muito 3D. Confira:

[ATUALIZAÇÃO 10/02]

Hoje os fãs tiveram que usar a hashtag #MoreFOUR no Twitter para desbloquear o novo trailer de Insurgente! Finalmente chegamos ao tão desejado número de porcentagem… 100%! Confira o novo trailer INCRÍVEL:


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


28.01 Pôster final, tie-in e data do novo trailer de Insurgente são divulgadas

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A MTV divulgou hoje (28/01) o pôster final de INSURGENTE, o pôster conta com uma imagem que já conhecemos, mas não deixa de ser empolgante por deixar claro que o filme estará carregado de ação e ser bem atrativo para o seu público alvo. Confira:

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Além disso, também foi divulgada a capa da versão tie-in do livro, ou seja, o famoso “livro com capa do filme”, que é bem parecido com o pôster divulgado:

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E tem mais! O novo trailer do filme será divulgado neste DOMINGO durante os intervalos do maior evento esportivo americano, o Super Bowl, e amanhã (29/01) será divulgado um teaser desse trailer também na MTV News às 15h no horário de Brasília!

Não acabou ainda, a divulgação do filme nos Estados Unidos já começou, olhem que incrível essas imagens divulgadas hoje. Esperamos ver tudo isso aqui no Brasil!

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Postado por: Anderson Vidal //

Filme, Insurgente


22.01 Novos pôsteres animados de Insurgente são divulgados!

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Esse filme será destruidor mesmo, viu! Mais cinco pôsteres animados de Insurgente foram divulgados, dos personagens: Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Jeanine Matthews (Kate Winslet), Evelyn Eaton (Naomi Watts) e Johanna Reyes (Octavia Spencer), confira e aprecie a arte visual e animada:

(Clique nas setas para trocar de pôster)

Confira os pôsteres normais em nossa galeria:

Frases que estão nos cartazes:

Tris: “Existe esperança dentro de todos nós”
Quatro: “Existe guerra dentro de todos nós”
Jeanine: “Existe o mal dentro de todos nós”
Evelyn: “Existe obsessão dentro de todos nós”
Johanna: “Existe paz dentro de todos nós”

A Série Divergente: Insurgente chega em 19 de março de 2015 nos cinemas brasileiros e será lançado em 3D! Assista ao TRAILER OFICIAL clicando aqui!


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


21.01 Insurgente é classificado para 13 anos nos Estados Unidos!

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Foi revelado que a MPAA  (Motion Picture Association of America – Associação Americana de Filmes Cinematográficos) classificou Insurgente para 13 anos de idade, sendo justificada pela intensa violência e ação, elementos temáticos, linguagem breve e sensualidade. O filme foi classificado como Ação/Aventura, assim como Divergente. Ainda não há informação de duração.

O diretor do filme, Robert, disse que fez um filme adulto (apesar do livro ser um jovem adulto) e que terá muita ação, além se ser mais intenso e sombrio.

A classificação de 13 anos é ótima para o público, pois assim, a bilheteria é maior.

No Brasil

Já no Brasil, a classificação indicativa do filme deve ser para maiores de 14 anos, assim como em Divergente.

O que acharam? Insurgente está seguindo a mesma linha de Divergente nesse quesito.

A Série Divergente: Insurgente chega em 19 de março de 2015 nos cinemas brasileiros e será lançado em 3D! Assista ao TRAILER OFICIAL clicando aqui!


Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente


14.01 Vídeo “Por Trás das Câmeras” mostra transformação da Tris em Insurgente!

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Quem leu o livro Insurgente sabe que a personagem Tris corta seu cabelo bem curto, e no filme não seria diferente! No vídeo divulgado pelo Yahoo, Shailene Woodley aparece nos bastidores cortando seu cabelo e assim transformando a Tris para Insurgente, que com o cabelo curto, estará mais madura e guerreira. Confira o vídeo LEGENDADO:

Featurette “Insurgente” – Bastidores [Legendado] from Divergente Brasil on Vimeo.

Notas:

  • Shailene Woodley aparecerá com cabelos longos (assim como em Divergente) apenas no começo do filme, depois será apenas com o cabelo curto.
  • Shailene está usando uma peruca, pois seu cabelo já estava curto por conta do seu papel em A Culpa é das Estrelas.

Postado por: Matheus Fabbris //

Insurgente