“A SÉRIE DIVERGENTE: ASCENDENTE” NÃO SERÁ DIRIGIDO POR ROBERT SCHWENTKE CORRE! ASSISTA AO TRAILER FINAL DE “CONVERGENTE” + PRIMEIROS SPOTS SHAILENE WOODLEY, THEO JAMES E MILES TELLER FALAM SOBRE TERCEIRO FILME EM ENTREVISTA CONFIRA IMAGENS INDIVIDUAIS DOS PERSONAGENS EM “CONVERGENTE” E NOVO PÔSTER DO FILME VEM VER! NOVOS STILLS INCRÍVEIS DE “CONVERGENTE” SÃO DIVULGADOS
11.02 [ENTREVISTA] ESPECIAL INSURGENTE: SHAI E THEO FALAM SOBRE O FILME PARA DOLLY MAGAZINE

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Shailene Woodley e Theo James deram mais uma entrevista! Desta vez eles falaram B9cDMEjIgAAiVtlum pouco sobre os bastidores de Insurgente, a química entre os dois, a evolução dos personagens e história e expectativas para o filme para a revista Dolly Magazine. Confira a matéria traduzida:

Quando Shailene Woodley entra num hotel luxuoso de Beverly Hills com seu cabelo cortado caído no rosto e seus longos dedos em volta de um chá de ervas, está claro que ela não é a típica estrelinha. Primeiro, ela está sorrindo – e não apenas o sorriso ‘estou apenas fazendo o meu trabalho’, mas sim um sorriso carinhoso e genuíno que ilumina seus olhos.

E dai tem seu modelito, ou a falta dele: sem nenhum sapato de salto alto ou vestido emprestado de designer para Shai, que aparenta ser estranhamente normal num jeans colado e um longo e confortável cardigã. Seu único acessório é um par de brincos simples.

Numa olhada rápida, a atriz de 23 anos parece uma amiga que está pronta para se sentar e tomar uma xicara de chá, e não a estrela mais quente de Hollywood. Mas é isso que Shai definitivamente é, e a contradição entre sua carreira de estrela e sua atitude pé no chão é que isso faz ela ser mais do que atraente – faz ela parecer fascinante.

Como é para você, como atriz, entrar numa grande franquia como um personagem que já foi escrito? Tinha espaço pra criar?

Tris é um ser humano e todos nós estamos evoluindo constantemente. Definitivamente tem um senso de progressão. No primeiro filme, Tris passou por muito luto e tempos difíceis e isso prossegue nesse filme.

Como você se preparou fisicamente?

Nós treinamos tanto para o primeiro filme, e dai eu fiz ‘A Culpa é das Estrelas’ e perdi toda a massa muscular e muito peso, portanto entrar para Insurgente foi divertido pois eu tive que ganhar massa. Nós geralmente fazemos um pouco de físico todo dia. Nós tínhamos um clube de flexões, que começava com três de nós pois ficaríamos cansados durante o dia. Ao invés de beber café, nós fazíamos 20 flexões e nosso corpo acordava naturalmente. Nós começamos fazendo isso e no final, havia 15 de nós fazendo flexões durante o dia.

Quantas você consegue fazer?

É diferente agora, mas antes eu conseguia fazer 20 flexões dez vezes por dia. Nós ficamos orgulhosos.

Foi por causa da adrenalina?

Com certeza! Foi por causa da adrenalina e o aspecto de competição, sabe?

Quem era o seu competidor mais forte?

Todos os caras, mas eles não eram permitidos de fazer muito perto de nós. Mas no final eles ficavam tipo “Caraca, garotas.”

Você é uma atleta natural?

Sim, eu sou naturalmente atlética, portanto é legal pegar esses desafios físicos.

No filme, Tris cresce bastante. Como isso reflete sua experiência?

Em muitos sentidos, acho. É tudo relativo, pois minha vida é a única que eu conheço. Tris foi de uma garotinha numa pequena vila à ter todos os olhos nela. Eu vim de uma infância normal à ter que pensar no que eu digo pois as pessoas vão publicar. Então desse modo, eu consigo me identificar com ela. Nós todos passamos pelo nosso processo evolucionário e eu não sei se é algo que eu posso articular pois eu ainda não digeri tudo que aconteceu.

Muito da atuação tem a ver com a química entre as co-estrelas. Você já tinha trabalhado com Miles Teller, Ansel Elgort e Theo James antes, então como as performances de vocês são melhores quando vocês já se conhecem?

Isso é possível pois você pode ficar confortável e vulnerável com a pessoa. Você não está preocupado em como a pessoa te vê pois você já teve conversas sobre isso com elas. Então é incrível. É um luxo poder trabalhar com alguém que já trabalhou antes, assim como é com uma pessoa nova, pois atuar é uma troca de energia. Portanto quando alguém novo chega, você vê o que ela desperta em você e o que você desperta nela. Isso é bem emocionante.

O primeiro filme focou em Tris e Quatro dentro de suas facções. Tem uma dinâmica diferente agora que vocês são fugitivos?

Sim, tem uma dinâmica diferente pois Tris está aprendendo muito no primeiro filme: ela aprende a lutar e como existir em um mundo tão diferente do que ela está acostumada. No segundo filme, nada disso está envolvido.

Você ainda tem as Paisagens do Medo?

Não, isso foi um especial de Divergente. Ainda terá simulações, claro, mas elas não são baseadas em medos.

É fácil de ver quem é um grande fã de ACEDE versus um grande fã de Divergente?

Geralmente eu não acho que eles são muito diferentes, mas o jeito que eles reagem é tão diferente. Com ACEDE a historia é tão emocional, então quando as pessoas vem falar sobre isso, elas sempre compartilham algo como “Minha vó ou minha família…”. As pessoas compartilham essas histórias. Mas com Divergente é mais “OMG, como é o Theo James na vida real?” Os dois filmes trazem diferentes reações das pessoas, o que é engraçado e socialmente fascinante as vezes.

Falando do Theo, no trailer parece que vocês dois estão se beijando. Vocês vão pra mais do que um beijo?

Acho que você vai ter que esperar pra ver!

SHAI-ISMO

Ela é conhecida por seu estilo calmo. Aqui está algumas maneiras de viver uma vida sem estresse, no estilo da Shai.

  1. Começe todos os dias com uma musica

Assim que eu acordo, eu grito bem alto [canta o tune de Good Morning de Cantando na Chuva] “Good morning! Good morning!” e dai eu grito “Que dia emocionante! Que dia emocionante!” Eu acho que isso estabelece um bom humor para o dia todo.

  1. Deixe a tecnologia de lado

Eu não tenho celular. Quando eu me livrei do meu, eu estou falando com as pessoas mais do que nunca, pois eu não tenho mais esse suporte. Quando mais longe da tecnologia, mais liberdade você terá.

  1. Não se desligue de relacionamentos

Eu não tive tempo de pensar em relacionamentos. Eu apenas ainda não conheci alguém que fosse tipo “Wow, eu posso me ver passando uma época da minha vida com você.”

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Theo James é surpreendentemente bronzeado para um cara que foi nascido e criado no Reino Unido. Arrasando no Soho Hotel, Londres e casualmente vestido com uma (aparentemente) velha camisa de flanela, esse gatão de 1,80m poderia facilmente ter andado pelas praias de Aussie. Mas ele não andou. Ao invés disso, Theo está em uma Londres cinza e fria (que é perto de sua cidade natal, Oxford) para promover seu próximo filme, Insurgente – A sequência do filme que assistimos pelo menos 3 vezes no cinema ano passado.

Apesar de Quatro ser um cara durão na série Divergente, Theo é agradavelmente normal e totalmente pé no chão. Conseguir uma resposta direta dele é uma missão por si só; sua rápida perspicácia e humor autodepreciativo nos faz parar em cada pergunta. Aqui, ele nos conta o que esperar do filme e como criar a química perfeita nas telonas.

Pegando a onda do sucesso

Você já quis ser um filósofo e agora você tem uma legião de fãs gritantes pelo mundo. O que aconteceu?

Sim, um filósofo sexy! É um pouco diferente. Filosofia é uma dessas coisas – você pode fazer muito com isso, obviamente. Eu provavelmente não sou bom o suficiente no sentido acadêmico pois você tem que ser realmente dedicado a isso.

Como sua relação com Shailene mudou do primeiro dia que você apareceu no set do primeiro filme até agora?

Nós éramos grandes amigos no primeiro filme – agora somos inimigos mortais [risos]. Como mudou? Bem, você acaba conhecendo um ao outro. Não apenas você faz um filme mas tem também uma longa turnê de imprensa. E com o novo diretor e essa nova perspectiva, a melhor coisa é você poder virar para o outro e falar “Isso parece certo? Isso é algo que o seu ou o meu personagem faria?” Nós confiamos um ao outro para achar o que estamos procurando numa cena – nós fizemos muito isso, na verdade.

Isso explica porque vocês ganharam como Melhor Dupla do Cinema em Divergente no People’s Choice Awards….

Ganhamos? Ohhh… bingo!

Sim! O que você acha que tem sua química nas telas que ajudou você a tirar o título de Channing Tatum e Jonah Hill em 22 Jump Street?

Wow. Como fizemos isso? Eu não acho que você cria isso. De um modo, é bom ter um pouco de simetria em termos de personalidade e ser bem diferente. Eu e Shai somos bem diferentes em algumas coisas e acho que isso é bom, pois acrescenta um certo brilho.

Você mesmo faz bastante acrobacias nesses filmes. Você acha que você fazer elas é um jeito importante de se conectar com seu personagem?

Bem, a luta é 50% do personagem então se você não fizer as sequências de luta e se você não viver essas pequenas partes, então você teria menos para usar na próxima cena. É divertido e é uma habilidade extra. Sabe, quando você está esperando para fazer alguma coisa no set é ótimo poder dar um soco na cara de alguém. Eu levei um soco na cara, na verdade. Foi um dos dublês e era só um clipe. Era pra eu ter abaixado a cabeça mas eu perdi o ritmo então ele me deu um soco bem no nariz.

Machucou?

Eu não sinto dor. [risos].

Seu personagem é bem sério mas você é mais brincalhão e faz todos rirem…

Eu tento ser engraçado.

Se fosse do seu jeito, você gostaria que seu personagem fosse menos sombrio?

Não, eu gosto do fato de ele ser meio emocionalmente danificado e bem duro. Eu gosto da ideia dessa pessoa ter vários segredos mas você não consegue dizer o que ele está pensando na maioria das vezes. Eu acho isso emocionante e é uma chance de interpretar tudo aquilo que está acontecendo por trás dos olhos do que apenas dizer tudo na frente. Eu realmente gosto do mistério.

Dando um tempo

O que você gosta de fazer quando não está filmando?

Eu gosto de manter a forma. Gosto de boxe, viagens, sair e ficar com a família. Eu tenho uma família grande e isso é uma grande parte da minha vida.

Você era de uma banda chamada Shere Khan. Você ainda toca?

Eu ainda toco, mas faz tempo desde a ultima vez.

Qual instrumento?

Xilofone. Mentira! Eu toco vários instrumentos. Piano, violão e um monte de coisa mas ainda faço isso só por diversão.

Você tem um gênero de música preferido?

Eu ouço de tudo, mas sou um grande fã de jazz. Eu gosto de jazz.

Você é o mais novo de 5 irmãos na sua família. Isso significa que já fez várias atuações pela casa ou brincou de se vestir crescendo juntos?

Tipo, se eu já me vesti de mulher….?

Essa era minha próxima pergunta na verdade!

Sim. [risos]. Meu irmão mais velho foi pra UCSD [Universidade da Califórnia] pra fazer um curso de filmagem. Eu lembro que ele voltou e eu devia ter 14 anos e ele fez um filme, todo mundo junto, chamado Kung Fu Romance, foi divertido.

Parece que pode ter outro possível título para esse filme…

[risos] Exatamente.


Postado por: Anderson Vidal //

Entrevista

COMENTÁRIOS:
  • Gabriele_Neto

    ohhhhh <3

  • Beatriz Lopes Santiago

    Hehe omg amei

  • Ana Luana

    Hmm! pense numa asiedadeeeeeeee