“A SÉRIE DIVERGENTE: ASCENDENTE” NÃO SERÁ DIRIGIDO POR ROBERT SCHWENTKE CORRE! ASSISTA AO TRAILER FINAL DE “CONVERGENTE” + PRIMEIROS SPOTS SHAILENE WOODLEY, THEO JAMES E MILES TELLER FALAM SOBRE TERCEIRO FILME EM ENTREVISTA CONFIRA IMAGENS INDIVIDUAIS DOS PERSONAGENS EM “CONVERGENTE” E NOVO PÔSTER DO FILME VEM VER! NOVOS STILLS INCRÍVEIS DE “CONVERGENTE” SÃO DIVULGADOS
04.02 [ENTREVISTA] Shailene Woodley e Theo James falam sobre Insurgente para a SFX Magazine!

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Nossos protagonistas dos filmes da série Divergente concederam uma entrevista para a revista SFX Magazine e contam sobre a fidelidade do filme, cenas de ação, treinos, simulações, tatuagens e também revelam que o vídeo da Edith Prior está na caixa (que podemos ver no trailer de Insurgente) e a Tris Prior é a escolhida para abri-la! Vale a pena conferir:

Os heróis das facções

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Uma coisa divertida aconteceu no caminho de Divergente para as telonas: suas estrelas jovens de repente se tornaram grandes propriedades de Hollywood. O que não é um lugar ruim para se estar quando se tem uma sequência, A Série Divergente: Insurgente, vindo aí.

Não foi apenas a protagonista Shailene Woodley que prosseguiu o seu papel como a heroína Tris Prior com uma história memorável no hit adolescente A Culpa é das Estrelas, mas Ansel Elgort foi o seu parceiro no filme…; Miles Teller se prendeu ao papel de Sr. Fantástico no reboot que está por vir de O Quarteto Fantástico e também atraiu zumbidos com a temporada de premiações pelo seu papel como um jovem baterista em Whiplash; Zoë Kravitz está colocando os pés no metal em Mad Max: Estrada da Fúria; e Jai Courtney será o novo Kyle Reese em O Exterminador: Genesis. Nada mal para um grupo de jovens de 20 anos que antes eram pouquíssimo conhecidos e estavam longe da grande bilheteria quando se inscreveram para a adaptação da grande série best-seller de Veronica Roth.

É emocionante.” conta a produtora Lucy Fisher à SFX. “Agora nós fizemos dois filmes juntos e conhecemos eles muito bem. É emocionante ter escolhido pessoas que se tornaram tão talentosos pelo seu próprio filme, e então vê-los voar no futuro no tipo de trabalho que cada um deles estiveram fazendo. Todo mundo está aplaudindo todo mundo. Está é a parte boa. A parte ruim é a parte que agora os horários nas agendas deles são apertados!”

FUTURO SOMBRIO

“Eles passaram por 40 anos de convivência em um ano,” diz Douglas Wick, “Então Tris começou o ritual de passagem normal de tentar descobrir quem ela é, à que lugar ela irá pertencer, com com ritos de passagem convencionais de problemas de identidade. E então as coisas começam a ficar muito mais complicadas quando ela descobre que ela é diferente. Mas aí ela descobre quem ela é, tem os dois pais mortos, tem que matar um amigo próximo e tem o mundo que conhece colocado abaixo – este é o evento traumatizante que você dá a esta jovem mulher.”

“Sim, eu acredito que todo mundo se chocou com tudo o que aconteceu durante o primeiro filme,” Fisher comenta. “As personagens estão muito mais complicadas. O primeiro é muito sobre descobrir sobre você mesmo e tentar encontrar sua identidade e se separar da família. ‘Okay, eu tenho minha identidade. Agora, o que eu faço com isso? Que tipo de pessoa eu vou ser com tudo isso?’ É o segundo nível da evolução do ser humano, e as coisas não são tão pretas e brancas.”

Insurgente começa com Tris, Quatro (agora também revelado um Divergente) e um pequeno grupo de aliados (incluindo o irmão de Tris, Caleb) fugindo das autoridades.

O líder da Audácia, Eric (Courtney) é agora o cão de caça de Jeanine e está os caçando enquanto a sua reputação de fugitivos os leva até os Sem-Facção, em um mundo encoberto de regras, eles são quase sem-regras. Parte da fantasia dos Sem-Facção é a liberdade, subversão, sem contar não precisar seguir os dogmas de uma facção. Nós levamos isso muito a sério, até a construção do mundo dos Sem-Facção. De longe, eles parem ser como mendigos, e então você descobre que eles estavam escondendo o fato de que eles são muito bem organizados. Nós basicamente dissemos, como você pode mostrar um mundo escondido sobre a cidade? Isso nunca foi visto antes, expandir o mundo de Divergente e seguir a tradição e toda boa franquia.

“Nós não temos que passar 10 minutos explicando sobre o mundo, e é um grande alívio,” diz Fisher rindo. “No primeiro filme Tris nasce e cresce na Abnegação e então se muda para a Audácia então só vimos isso, mas dessa vez nós vamos à Amizade e à Franqueza e Erudição. Então vamos ter a experiência de uma outra forma de vida e pensamento.”

Nós também conhecemos um grupo completamente novo – um grupo que não sabíamos que era de fato um grupo. Os Sem-Facção estavam por lá no primeiro filme, mas achamos que eram apenas vagais andando pela Chicago futurística porque não tinham outro lugar para ir. Em Insurgente é revelado que eles são um grupo bem organizado, liderado pela nova atriz no elenco Naomi Watts como Evelyn – que também é a mãe de Quatro. “Ela é nossa nova vilã além de tudo,” disse Fisher, “Ela é a fonte de muitos dos problemas de Quatro, e alguém que você não consegue decifrar. O que ela é…?”

“Com a nossa interação com os fãs, descobrimos que há uma fascinação com os Sem-Facção,” diz Wick. “Por causa da funcionalidade? Eles tem muitos esconderijos e cada um destes é mantido do lixo reciclado de outras facções.”

UM NOVO COMEÇO

Com o diretor de Divergente tendo caído fora, Insurgente teve um novo homem ao lemo, Robert Schwentke (Flightplan, RED, RIPD). “Robert tem duas qualidades fortíssimas,” explica Wick. “Primeiro, ele é completamente fascinado com a psicologia. Quando ele entrou na sala, ele ficou fascinado com as coisas que Tris encara, de como uma pessoa que encarou tanta tristeza e culpa faz para seguir em frente. Ele veio com uma fascinação de como uma pessoa faz para sobreviver este tipo de trauma.

“A segunda coisa que ele trouxe foi um instinto visual extraordinário. Ele estava realmente intrigado pelas ferramentas que Veronica criou para ver a vida dramática de uma pessoa. Quando você fala sobre coisas como paisagens do medo ou essas simulações para ver qual é sua natureza – quão Erudito você é, quão Amigável é – e fazer disso grandes cenas de ação, ele chegou com ideias visuais deslumbrantes. Mas o que era incrível é que suas ideias sempre estavam conectadas com psicologia. Tivemos muitos diretores que vieram e também tinham muitas ideias psicológicas, ou muitas ideias de efeitos computacionais que não seriam conectados à personagem. Ele veio com um grande número de ideias e visões em ambos os aspectos.”

Essas viagens pela mente dos personagens – que foi parte de Divergente com os desafios da iniciação da Audácia – será parte da continuação mais uma vez, embora vá ter muitas voltas além disso. “É muito mais visceral, muito mais visual,” diz Wick. “Uma das coisas que nos permitimos fazer, nos termos de sermos fiéis à história, foi a antiga simulação que foi aplicada à Audácia, então tudo era pouco tecnologia. Agora que nós temos isso aplicado aos laboratórios da Erudição, temos muito mais licenças – e usamos isso completamente.”

Parece que os elementos de ficção científica irão crescer muito desta vez. Para os que não sabem tem um novo elemento que não está nos livros, Jeanine fica obcecada por uma caixa que pode guardar o segredo, os fãs estão dizendo: ‘É, isso o faz menos confuso para mim.’ Mas é o que veremos.”

Manter os fãs felizes é um dos maiores desafios desse filme. Eles amam os livros, debatem minuciosamente em um nível que um passo em falso poderia estourar pelas redes.

“Tentamos nos manter fiéis à essência,” diz Fisher. “Nós tratamos os fãs como nossos parceiros nessa sociedade baseada em facções que veio a existir de um mundo em ruínas…”

“No climax do livro, Tris e Quatro encontram uma mensagem,” explica Wick “O que nós basicamente fizemos foi pegar essa ideia e adaptar em algo que funcionaria melhor em um filme. A licença que usamos foi entrar na sala do fim do livro e então Tris tem que enfrentar um de seus demônios. Fizemos a abertura da caixa ser não apenas essa cena, mas diversas.”

“É organizar um princípio que não estava no livro, mas que Veronica gosta,” diz Fisher. “Então de alguma forma precisamos respeitar os fãs e convidá-los à fazer parte desse processo, porque não queremos desapontá-los. Eles entendem o material tão bem quanto qualquer pessoa, mas sempre tem um grupo de fãs que não quer nada mudado e estes vão escrever páginas sobre como a cor do cabelo da Tris não era como eles imaginaram. É um mundo interessante!”

“Uma outra coisa que temos em mente é – e isso é uma coisa totalmente sincera – quando você diz que 33 milhões de livros foram vendidos, ao menos que seja um idiota, você acredita que Veronica está aproveitando algo” comenta Wick. “Ela está introduzindo algo forte na cultura. Frequentemente, olhamos para trás e nos perguntamos porque todas essas pessoas quiseram comprar esses livros? Podem dizer que foi porque a cor do cabelo da Tris é loiro, mas você tem que usar sua própria forma de pensar, não, provavelmente esse não foi o motivo pelo qual fez isso funcionar. É mais sensato pensar que o motivo é que Veronica Roth é uma contadora de história extraordinária.”

A história não acaba aqui, é claro, e Schwentke retornará para dirigir Convergente: Parte 1 (inevitavelmente tendo o último livro dividido em dois) quando as gravações começarem no verão. “Os desafios são enormes,” Wick admite. “Em Insurgente, nós acreditamos que continuamos a explorar os personagens e fazer uma história interessante. Nós estamos cientes de que os dois próximos filmes precisam continuar criativos e evoluindo. Você vai ver diferentes aspectos dos personagens. Vai se tornar mais intrigante visualmente e com mais efeitos explosivos. Nós apenas precisamos fazer tudo isso de forma melhor que anteriormente, ou certamente as pessoas envolvidas ficariam decepcionadas.”


 

Entrevista com Shailene Woodley:

INT: Como é a evolução da Tris desde o primeiro filme?
SHAI: Quando nós a conhecemos pela primeira vez, ela era muito ingênua e não havia sido exposta para o mundo. Está aprendendo as coisas e está tendo que tirar força
s de lugares que ela nunca teve contato. Neste filme, ela já passou por muita coisa e sabe como enfrentar uma luta. Por tanto, está muito mais forte e tem bastante combustível emocional para levá-la até o próximo estágio de sua batalha contra a Jeanine.

INT: A impressão é de que há mais ação em “Insurgente”…
SHAI: É, há muito mais ação. O mundo se ampliou. As sequências de ação no primeiro filme têm cerca de dois minutos. Agora, terão de sete a oito. Filmar sete ou oito minutos desse tipo de coisa exige aproximadamente duas semanas de trabalho. Por esse ângulo, foi bastante divertido. No primeiro filme haviam sequências de lutas e coreografias. No segundo, trabalhamos mais com cabos e fazendo Parkour, escalando, correndo e pulando.

INT: O quanto você teve que treinar para ficar em forma?
SHAI: Nós treinamos muito para o primeiro, mas depois eu estive em “A Culpa É Das Estrelas” e perdi toda a massa muscular e ganhei peso. Então voltar para esse filme foi divertido, pois nos fortalecemos de novo. Eu sou atlética por natureza. Para mim, acho muito legal ficar em forma e me testar fisicamente.

INT: Com “Divergente” e “A Culpa É Das Estrelas” recebendo tanto prestígio, foi um grande ano para você. O sucesso mudou sua vida?
SHAI: Sim, definitivamente afetou minha vida, pois estou mais ocupada. Mas, fora isso, não muito. No que diz respeito à minha carreira, eu certamente tenho mais oportunidades para fazer filmes menores que antes não poderia fazer, o que é incrível. Mas para o restante, não houveram grandes mudanças.

INT: Há muitas simulações nos filmes de “Divergente”. Você gosta da oportunidade de ir a lugares que não iria na maioria dos filmes?
SHAI: É sempre divertido fazer as simulações. Como cineasta, você consegue trazer a ideia de “nós nunca vimos isso antes, então qualquer coisa pode acontecer”. Mas como uma atriz, eu gosto de ter certeza que as cenas estão realistas. Quando estamos sonhando, parece real. Acordamos e pensamos “meu Deus, eu lutei contra uma aranha gigante na noite passada”, porque aquilo pareceu muito real. Então para todas as simulações, eu queria me certificar de que a Tris sentisse que aquilo estava realmente acontecendo.

INT: Os fãs de “Divergente” são muito apaixonados. O que você tem achado de interagir com eles desde que começou a interpretar a Tris?
SHAI: Eu honestamente não sei muito bem, porque não interajo muito com os fãs. Eu fico longe das redes sociais e as únicas chances que tenho de vê-los é nas premieres. Mas nós obviamente queremos manter a integridade dos livros e a fidelidade à história.

INT: Como se sente sobre voltar a interpretar a Tris nos dois filmes de “Convergente”?
SHAI: Sinto-me bem. Estou animada para ler o script. Embora eu saiba o que acontece em “Convergente”, não sei o quão fiéis eles serão ao livro. Então eu estou tão ansiosa quanto a audiência.


 

Entrevista com o Theo James:

INT: Você se parece muito com o Quatro na vida real?
THEO: Eu adoro bater nas pessoas(brincadeira)! Creio que ele é mais certinho que eu. Ele já sofreu bastante e provavelmente é, de certa forma, mais forte. Eu gosto de interpretar esta personagem porque há uma firmeza nele que eu sempre achei interessante, mesmo nos livros. Será divertido voltar.

INT: O Quatro tem muitas tatuagens. Você se cansou de ter que colocá-las todos os dias?
THEO: Sim. Eu pensei em fazê-las de verdade, só para não ter que passar pelo processo da maquiagem. Você faz isso todo dia, por cerca de cinco meses e meio, e acaba ficando desgastante no final. A tatuagem das costas é tranquila, porque só precisava fazer para algumas cenas. Mas no fim eu estava dizendo “Acho que ele devia estar usando roupas de gola longa constantemente. Ele devia se parecer com um padre vestindo roupas dos anos 60 ou algo do tipo!”

INT: Agora que está envolvido numa grande franquia, você tem que ser mais cuidadoso com os próximos papéis que quiser interpretar?
THEO: Tenho que tomar decisões inteligentes. Você faz o filme e as opções fáceis e tentadores aparecem, mas elas não são necessariamente as melhores para a longevidade da sua carreira. Tenho que ser forte e dizer “não” para algumas coisas, e depois tentar a todo custo conseguir coisas que serão melhores para mim. No final das contas, sou um ator. Farei isso por anos, espero.

INT: As pessoas que te acharam por causa do filme “The Inbetweeners” são diferentes das que te reconheceram em “Divergente”?
THEO: Sim, definitivamente. É engraçado ser ator. Às vezes, a coisa que faz todo mundo te reconhecer é a inesperada, o que é engraçado. Pode ser até do seu primeiro trabalho, ou algo que você até esqueceu que fez. Mas sim. Ao entrar numa sala, dá para saber de onde as pessoas estão te reconhecendo.

SCANS: – Clique nas miniaturas –  (via @fyeahtheojames)


Postado por: Matheus Fabbris //

Entrevista, Insurgente

COMENTÁRIOS:
  • Beatriz Lopes Santiago

    muitto top! to ansiosa pra estreia de insurgente tipo vai ser irado! Porem estou mais ansiosa ainda pra saber oq eles vai decidir em fazer em convergente e o quão serão ao livro! 🙂

  • Miika

    Obrigada pessoal! Amei a entrevista, tenho certeza que eles não vão nos desapontar.

  • Gabriele_Neto

    OMG 😮 não aguento mais esperar, obrigada por traduzir a entrevista 😀

  • fran

    MARÇO CHEGA LOGO ANSIOSA PARA VER ESSE FILME AMO A SERIE DIVERGENTE