“A SÉRIE DIVERGENTE: ASCENDENTE” NÃO SERÁ DIRIGIDO POR ROBERT SCHWENTKE CORRE! ASSISTA AO TRAILER FINAL DE “CONVERGENTE” + PRIMEIROS SPOTS SHAILENE WOODLEY, THEO JAMES E MILES TELLER FALAM SOBRE TERCEIRO FILME EM ENTREVISTA CONFIRA IMAGENS INDIVIDUAIS DOS PERSONAGENS EM “CONVERGENTE” E NOVO PÔSTER DO FILME VEM VER! NOVOS STILLS INCRÍVEIS DE “CONVERGENTE” SÃO DIVULGADOS
16.02 Shailene Woodley, Theo James e Miles Teller falam sobre terceiro filme em entrevista

TRIS4

A primeira matéria sobre A Série Divergente: Convergente numa revista saiu e está muito boa! Shailene Woodley, Theo James, Miles Teller e os produtores do filme, concederam uma entrevista cheia de novidade, para a revista SFX. Confira:

Shailene Woodley é Tris

– Como nós vemos o desenvolvimento de Tris em Convergente?

Quando nós conhecemos a Tris, ela era vulnerável, mas agora ela é uma sobrevivente. Nesse filme, temos um sentimento de medo e culpa com ela, por conta de uma decisão que ela faz que não é necessariamente a melhor, o que acaba comprometendo a segurança das pessoas que ela ama.

– E sobre o relacionamento dela com Quatro?

Acho que eles tem uma das relações cinemáticas mais interessantes no meio das grandes franquias, porque, sim, eles lutam e não estão se beijando em cada chance que conseguem.

– Você é conhecida por estar sempre envolvida com temas como o meio ambiente. Você acha que existe algum valor mais sério em filmes jovem adultos como Divergente?

Acho que eles estão sempre muito entrelaçados com o valor do entretenimento, para vender. Mas, eu acho sim que existem um valor moral por trás deles, e foi por isso que eu disse sim no início. Nesse filme ouvimos muito sobre manipulação genética e o que isso pode causar no futuro. Agora, nossa sociedade está no início da nossa era inventiva. É óbvio que é ficcional, mas vale a pena colocar nas mentes desse geração – para pensar que as escolhas que fazemos hoje vão se manifestar mais para frente.

– Antes de Divergente, você era bem apreensiva sobre se comprometer com uma franquia. Como você se sente agora?

Foi uma grande decisão. A parte bonita de fazer uma série é que você estabelece uma família, especialmente com os outros atores. É muito animador ver a carreira de cada um indo para a frente, ajudar um ao outro e ter esse sentimento de conforto.

“SÃO DUAS PESSOAS SE APAIXONANDO EM UM CENÁRIO DE GUERRA”

THEO JAMES é Quatro

– Então, é justo dizer que em Convergente Quatro começa a tomar o protagonismo?

Sim! Ele se abre muito mais à ele. Vocês eram acostumados a ver a história pelos olhos de Tris, enquanto nesse filme nós lentamento fomos divergindo entre um e outro para que vocês vissem certos eventos de ambas perspectivas.

– É aqui que o romance entre os dois começa a desmoronar?

Vejo mais como um “medo” entre duas pessoas. Ela está cercada pelo personagem de Jeff Daniels a quem Quatro não confia de forma alguma. Nesse filme eles realmente seguem caminhos diferentes. É sobre uma relação onde eles estiveram juntos por certo tempo, mas descobrem diferenças fundamentais em suas crenças e tentam superar isso. Eles estão constantemente no estado de aprendizado e adaptação. Nós tentamos, o quanto pudemos, por a ideia de duas pessoas se apaixonando em um cenário de guerra.

– E a relação de Quatro com sua distante mãe Evelyn?

No segundo filme o meu personagem tem muito ressentimento por ela. Ele foi abandonado por ela e não ouviu falar sobre por 20 anos, então ele não quer aproximação. Em Convergente, então, ele percebe que ela veio daquele lugar de frieza por algum motivo.

– E como foi ter sua mãe sendo interpretada por Naomi Watts?

Eles tinham me avisado antes e eu adorei a ideia. Eu lembrei de ter assistido ela em Cidade dos Sonhos e pensa, “É uma perfomance incrível!” Eu gostei da ideia de ter uma mãe jovem. Achei que foi interessante porque tem toda a implicancia de, você sabe, ficar grávida cedo – e todo o recesso obscuro dessa história foi bem interessante de se explorar.

“NÃO É COMO SE EU AMASSE SER MAU…”

MILES TELLER é Peter

– Peter parece divergir muito entre bom e mau. Ele finalmente se rende em Convergente?

Sim, ele se rende. E meio que se desrende depois. É o eterno paradoxo de Peter.

– Onde vamos encontrar ele nesse filme?

Todos eles descobrem que tudo foi construído, que eles são apenas parte de um experimento para ver como a sociedade se conduziria. Então, nesse ponto ele está tentando se alinhar e descobrir sua importância nesse mundo. Peter está sempre olhando por si mesmo. No último ele estava do lado da personagem de Kate Winslet porque ele achou que ela estava na posição de poder. Peter sempre pensa muito em si mesmo e nesse filme ele está tentando se envolver com Evelyn, que comanda Chicago.

– Qual lado de Peter você achou mais interessante de interpretar, o bom ou o mau?

Eu gosto do fato de que ele é interessante. Gosto da forma incerta que ele tem. É como se você estivesse assistindo a um animal que está se sentindo ameaçado e você não tem certeza se ele vai te atacar ou deixar você cuidar dele, não é como se eu amasse ser mau, mas eu gosto que, às vezes na história, parece que eu vou fazer uma coisa, mas estou apenas ajeitando as coisas para fazer outra.


Os produtores ainda comentaram: “Nós fizemos o nosso melhor para que o filme tivesse um final satisfatório“. Também afirmam que o longa seguirá um pouco mais o livro. Já estamos morrendo de ansiedade!

Outro elemento importante é que o final do filme também foi revelado (e nós amamos!). Não veja a imagem abaixo caso não queira receber a notícia:

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Imaginem só o soro da memória saindo e o filme acaba com uma tela preta? SERÁ MARAVILHOSO!

  • A Série Divergente: #Convergente foi antecipado e estreia em 10 de março no Brasil!

O penúltimo capítulo da saga será nomeado “Convergente” e o último “Ascendente“. Clique aqui e entenda.

 


Postado por: Matheus Fabbris //

Convergente

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